domingo, 28 de dezembro de 2008
Janet Perry
sábado, 27 de dezembro de 2008
Aida-O patria mia
Destacou-se cantando, Aida, Tosca e Buterfly entre outros.
Aposentada como interprete dedica-se ao ensino. Ouçamo-la numa récita so Scala e, 1986, no papel de Aida em que contracenou com Luciano Pavarotti, na ária O Patria mia.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Trovador-Stride la vampa
sábado, 20 de dezembro de 2008
Piango gemo sospiro
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Bodas de Figaro-Deh, vieni, non tardar
Morreu em Viena em 1987 em Viena, vítima de um tumor cerebral.
Conhecida como o “Rouxinol de Viena”, foi uma das maiores intérpretes de Mozart e Strauss do século passado
Canta o recitativo "Giunse alfin il momento", seguido da ária de Susana "Deh, vieni, non tardar" da ópera de Mozart " As bodas de Figaro"
O sole mio
Elencos de luxo, para Puccini, Bruscantini, Elsa Saque e Carmen Stara, para a Cavalleria, Fiorenza Cossoto, Isabel Malaguerra, Benito de Bella e Nunzio Todisco.
É precisamente Nunzio Todisco tenor italiano nascido em Nápoles em 11 de Junho de 1942
que aqui recordo, interpretando um clássico, que como diz o apresentador neste vídeo, é o hino nacional de Itália nº 2
Qhe bella cosa na jurnata 'e sole,
n'aria serena doppo na tempesta!
Pe' ll'aria fresca pare gia' na festa...
Che bella cosa na jurnata 'e sole.
Ma n'atu sole
cchiu' bello, oi ne'.
'o sole mio
sta 'nfronte a te!
‘o sole, ‘o sole mio
sta 'nfronte a te!
sta 'nfronte a te!
Lùcene 'e llastre d'a fenesta toia;
'na lavannara canta e se ne vanta
e pe' tramente torce, spanne e canta
lùcene 'e llastre d'a fenesta toia.
Ma n'atu sole
cchiu' bello, oi ne'.
'o sole mio
sta 'nfronte a te!
‘o sole, ‘o sole mio
sta 'nfronte a te!
sta 'nfronte a te!
Quanno fa notte e 'o sole
se ne scenne,
me vene quase 'na malincunia;
sotto 'a fenesta toia restarria
quanno fa notte e 'o sole
se ne scenne.
Ma n'atu sole
cchiu' bello, oi ne'.
'o sole mio
sta 'nfronte a te!
‘o sole, ‘o sole mio
sta 'nfronte a te!
sta 'nfronte a te!
Para ver clicar >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> aqui
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
O Morcego-Abertura
Muito embora tenha começado a escrever opereta em 1870, presume-se que uns 6 anos depois da sugestão de Offenbach, só em 1874 em 5 de Abril, se dá a estreia de "O Morcego" (Die Fledermaus), no Theater an der Wien
A abertura constitui uma das aberturas mais famosas e conhecidas
Aqui a interpretação é da Orquestra Sinfonica de Ribeirão Preto dirigida por Claudio Cruz,
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Aida - Mortal, diletto ai Numi
Aqui cantam o final do 1º acto
Para ver clicar >>>>>>>>>>>>>>>>> aqui
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Don Carlos-Ella giammai m'amo
Acompanhamento de luxo, como era naquele tempo Zampieri em Isabel Valois e Giuliano Ciannella em D.Carlos., entre outros e nos pequenos papéis as nossas Elsa saque e Elizette Bayan.
Investiguei na net e não tenho informação que tenha morrido, embora conte já 85 anos.
https://youtu.be/JjQ9ksODSXE
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Rossini-L'Italiana in Algeri
Misha Rachlevsky
Ópera em dois atos, com o libreto em italiano de Angelo Anelli. Estreou no Teatro San Benedetto, de Veneza, em 22 de maio de 1813.
domingo, 26 de outubro de 2008
Carmen-Parle-moi de ma mère
- .Saliente que terá sido a Carmen, mais descolorida a que assisti, porque o encenador Giulio Ciabati, decidiu, que as cores de Sevilha, das suas ruas onde se desenrolam grande parte da acção, deveriam assumir dum forma geral, os tons de creme e cinzento.
- No primeiro acto o tom mais ousado, foi em verde garrafa que coloria os ombros de Micaela.
- Percebe-se nestas coisas de ópera em ambientes reduzidos, quer em espaço, quer em orçamento, que 2 ou 3 elementos cénicos e meia dúzia de cadeiras possam fazer o pleno em termos de encenação, mas fazer os cinzentões coro de soldados, na sua primeira intervenção onde elogiam a vivacidade e a multidão pelas ruas, cantar para um cenário absolutamente vazio apetece dizer como o outro não havia necessidade.
- Falando em Micaela, não me canso de elogiar a "nossa" Elvira Ferreira, magnifica a sua interpretação e percebe-se que ela chega às pessoas, mesmo as que para a ópera, não levam mais do que os ouvidos e a sensibilidade,
- A protagonista Giovanna Lanza, apenas conhecia de a ouvir na Gala de Abertura, já havia gostado de a ouvir na Mon coeur s ouvre a ta voix de Sansão e Dalila, e fiquei curioso.
- Gostei desta Carmen não exageradamente mas gostei. Infelizmente não tenho Elvira Ferreira para colocar aqui, mas fica este dueto "Parle-moi de ma mère" do 1º acto cantado por Jonas Kaufmann (Don Jose) e Norah Amsellem (Micaela)
sábado, 18 de outubro de 2008
Barbeiro de Sevilha-Una voce poco fa
Não peço o B.I., nem o passaporte às pessoa, mas reparo que a maioria dos assistentes têm cara de estrangeiros e aparência da idade média deve rondar os 50 anos. Duas as coisas que lamento, falta de portugueses e de jovens.
Achei este espectáculo, muito interessante dada a exiguidade do espaço,(nunca mais o auditório fica pronto). Fazem-se milagres e o valor dos cantores não está em causa, passe-se ao lado de algumas naturais debilidades, mais fruto de alguma inexperiência do que valor próprio.
Acima disso está a Ana Paula Russo, que gosto muito de ouvir e já com um currículo extenso e de qualidade
Neste documento, que não sei a que espectáculo se refere é dirigido pelo maestro José Ferreira Lobo, que à frente da Orquestra do Norte, dirige também estas Noites de Ópera de Portimão
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Simão Bocanegra-Orfanella il tetto umile
O dueto "Simão Bocanegra - Orfanella, il tetto umile" faz parte da ópera Simão Bocanegra, de Giuseppe Verdi, que foi estreada em 1857. Este dueto ocorre no segundo ato da ópera, entre o protagonista, Simão Bocanegra, e a jovem Orfanella, que é a filha perdida de Bocanegra, que ele acaba de reconhecer como sua filha.
A cena em questão é de grande delicadeza emocional. Orfanella, que é uma jovem nobre de origem humilde, se vê frente a frente com o pai, um homem que, por conta da sua posição política e da vida que levou, está distante de uma relação familiar convencional. O dueto reflete o encontro de duas figuras que compartilham um vínculo sanguíneo, mas que, ao mesmo tempo, estão imersas em circunstâncias muito diferentes, o que torna o momento profundamente comovente.
O texto "il tetto umile" pode ser traduzido como "o teto humilde", referindo-se à modesta condição em que Orfanella vive, o que cria um contraste com a nobreza de seu pai, o Doge de Gênova, e com as intrigas políticas que o cercam. A letra do dueto exalta, de maneira poética, o contraste entre as dificuldades da vida de Orfanella e a promessa de proteção e amor que ela encontra ao lado de seu pai, Simão Bocanegra. Ao mesmo tempo, a música de Verdi nesta cena é cheia de nuances emocionais e dinâmicas, acompanhando a tensão entre o passado e o presente, a reconciliação e a perda.
A combinação de uma melodia simples e sublime, junto com a carga emocional da letra e o contexto dramático, torna esse dueto uma das partes mais tocantes da ópera. A forma como Verdi utiliza a orquestração para apoiar as vozes e criar uma atmosfera de intimidade e sofrimento é uma das características que fazem dessa obra uma das mais profundas de seu repertório.
Em resumo, "Simão Bocanegra - Orfanella, il tetto umile" é uma peça profundamente emocional e rica, refletindo a habilidade de Verdi em criar personagens complexos e relações familiares que vão além da mera narrativa operática, explorando o sofrimento humano e a busca por um sentido de pertencimento e reconciliação.
Simão Bocanegra-Come in quest'ora bruna
Amélia recorda a sua infância, recordando uma anciã que vivia numa pequena cabana e ela promete nunca deixar que a vida faustosa no palácio a façam esquecer esse seu passado humilde.
Gravado no Teatro Scala em 1978 orquestra dirigida por Abbada
Come in quest'ora bruna
Sorridon gli astri e il mare!
Come s'unisce, o luna,
All'onda il tuo chiaror!
Amante amplesso pare
Di due verginei cor!
Ma gli astri e la marina
Che pingono alla mente
Dell'orfana meschina?...
La notte atra, crudel,
Quando la pia morente
Sclamò: ti guardi il ciel.
O altero ostel, soggiorno
Di stirpe ancor più altera,
Il tetto disadorno
Non obliai per te!...
Solo in tua pompa austera
Amor sorride a me..
(È giorno)
S'inalba il ciel, ma l'amoroso canto
Non s'ode ancora!...
Ei mi terge.ogni dì, come l'aurora
La rugiada dei fior, del ciglio il pianto.
sábado, 14 de junho de 2008
Fedora-Final
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Butterfly-Final
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Il TRovatore-Di quela pira
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Suor Angélica-Cena final
Num convento. Angélica tem vivido em paz há sete anos.
Sua vida passada foi diferente. Ela foi uma jovem que descobriu a felicidade do amor e tem um filho .
Ela nunca teve notícias de sua família que a enviou para o convento para encobrir o escândalo Uma tia dela diz-lhe que a criança morreu
Ela reza dizendo que não pode morrer em pecado mortal. Aparentemente em resposta à sua oração, a Virgem Maria e o seu filho vão aparecer numa visão e Angélica acaba por morrer.
Aqui canta Barbara Frittoli num concerto no Met em 2007
domingo, 4 de maio de 2008
Bimba dagli occhi pieni di malia
domingo, 13 de abril de 2008
Força do destino-Pace pace mio Dio
Estrutura Musical e Emoção
Abertura introspectiva:
- A ária começa suavemente, com um tom quase de oração, à medida que Leonora sussurra sua súplica por paz. A melodia é delicada, introspectiva e carregada de lirismo.
Crescendo emocional:
- À medida que a ária avança, a intensidade emocional cresce. Leonora relembra seu amor por Alvaro, reconhecendo que seu destino cruel a separou dele para sempre. O contraste entre o desejo por paz e a realidade de sua dor dá à peça uma dinâmica extremamente dramática.
Estrutura Musical e Emoção
Abertura introspectiva:
- A ária começa suavemente, com um tom quase de oração, à medida que Leonora sussurra sua súplica por paz. A melodia é delicada, introspectiva e carregada de lirismo.
Crescendo emocional:
- À medida que a ária avança, a intensidade emocional cresce. Leonora relembra seu amor por Alvaro, reconhecendo que seu destino cruel a separou dele para sempre. O contraste entre o desejo por paz e a realidade de sua dor dá à peça uma dinâmica extremamente dramática.
- O ápice ocorre com o clamor desesperado "Maledizione!", onde Leonora amaldiçoa sua sorte trágica. Esse momento é frequentemente destacado como um dos mais poderosos na literatura operística.
Interpretação
Essa ária exige não apenas virtuosismo técnico, mas também profundidade interpretativa. A soprano precisa equilibrar a contenção inicial com a explosão emocional no clímax, mantendo uma linha vocal impecável.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Força do destino-Per sempre o mio bell angiol
Leonora está completamente apaixonada por ele mas, na iminência de deixar sua casa para sempre, ela pensa duas vezes, hesitando em abandonar sua moradia e seu pai e partir para terras desconhecidas.
Dom Álvaro passa escondido para a sacada de Leonora.
(Ah per sempre, o mio bell angiol)
Os cavalos estão prontos e um padre espera para casa-los.
Mas Leonora hesita (Dimani si partirá)
pede-lhe para adiarem a partida para o dia seguinte, pois tentaria falar de novo com o seu pai
Dom Álvaro começa a duvidar de seu amor, libertando-a de anteriores juras de noivado, já que o amor dele não é retrbuido.
Tanto basta para que Leonora desperte do seu pesadelo de angústia, eclodindo o seu amor por Álvaro, (Seguirti fino agl ultimi confini della terra)
que o comove e convence.
Já quando eles estão prontos para fugir, o Marquês entra, com espada em punho. Don Álvaro corajosamente afirma que a fuga foi ideia unicamente dele e que somente ele deverá ser punido.
Ele se rende ao Marquês e, para provar sua sinceridade, lança sua arma ao chão. Mas a arma carregada dispara acidentalmente, matando o Marquês. Em suas últimas palavras, o Marquês amaldiçoa sua filha insolente.
Este é o primeiro dueto cantado no prólogo da Ópera, aqui Monserrat Caballé (Leonora), José Carreras (Dom Álvaro) e Ghiaurov(Marquês de Calatrava)
segunda-feira, 31 de março de 2008
Força do destino-Abertura
sexta-feira, 28 de março de 2008
Flauta Mágica-Nur Stille(Final)
Nesta última cena as forças da Rainha da Noite, às quais se uniu Monostatos, preparam-se para dar o golpe definitivo contra o poder dos sacerdotes, mas são vencidade no último momento são atiradas para a noite eterna.
No templo Sarastro o grande sacerdote de Ísis e Osiris, proclama o reina na luz e da verdade, no meio do júbilo geral.
Canta Sarastro
Os raios de sol
expulsam a noite
aniquilam o poder
que os enganosos traidores
tinham usurpado
replicando o coro
Glória a vós
iniciados ! tendes
vencido o poder
da noite. Graças a ti
Osíris, graça a ti, Isis,
Triunfu o valor
e coroou como prémio
a Beleza e a Sabedoria
com uma coroa eterna
Diana Damrau (Raínha da Noite) e Rene Pape(Sarastro) cantam
segunda-feira, 24 de março de 2008
La Boheme-Sono andati(Final)
Sono andati ?Fingevo di dormire".
"Foram-se embora ?
Fingia dormir
porque queria ficar sozinha contigo
tenho tantas coisas para te dizer,
Tenho uma só,mas grande como o mar
como o mar profundo e infinito
és o meu amor e toda a minha vida"
(Este é o tom e característica da óperas de Puccini, a musica sublinha sempre a caracterização romântica da sua obra qualquer que seja o libertista.)
Continua o dialogo entre ambos, perguntado~lhe ela se ele ainda a achava bela, "como a aurora responde-lhe Rodolfo.
"Enganaste-te na comparação
querias dizer bela como um ocaso"
A música sublinha entretanto a música do primeiro acto , quando se conheceram e ela repete recordando
"Chamam-me Mimi ...
porquê não sei..."
Rodolfo mostra -lhe a touca que lhe oferecera e continuam recordando o tempo em que se conheceram, quando ela perdera a chave e ela graciosamente diz-lhe
"Meu belo menino
posso bem dizê-lo agora
encontrou-a muito depressa"
continuando depois
"Estava escuro e o meu rubor
não se via
Que mãos tão frias
deixe-me aquecê-las
Estava escuro e tu agarravas
as minhas mãos"
Mas é tomada por um espamo de asfixia e deixa cair a cabeça, esgotada, no momento em que Schaunard entra.
Agora Mimi diz que está bem e chamando Musetta diz-lhe agarrando no regalo, que ele "é belo e suave, acabaram-se as mão pálidas. O calor as embelezará" o depois perante o choro de Rodolfo, lhe diz "estou bem, chorar assim porquê ? Aqui amor ,,, sempre contigo".
Entretanto Musetta reza
"Nossa senhora bendita
faz a graça a esta pobrezinha
para que não morra"
e depois após uma interrupção para dizer a Marcello, para que a protejam do frio, continua
" e que possa curar-se
Nossa Senhora santa, eu sou
indigna de perdão
enquanto Mimi
é um anjo do céu".
Entretanto Schaunard comunica a Mercelo que Mimi faleceu e quando Rodolfo se apercebe do sucedido, grita por duas vezes desesperadamente o nome de Mimi.
terça-feira, 18 de março de 2008
Cavalleria Rusticana-Mamma Quel vino è generoso
Santuzza magoada com o repúdio do seu amor Turiddu, vai contar a Alfio que Lola a sua mulher o engana com o compadre Turiddu. Alfio desafia-o publicamente para um duelo, é então que
Turiddu chama por Mamma Lucia e diz-lhe que bebeu de mais e vai sair, mas primeiro pede-lhe a benção, como no dia em que partiu como soldado.
Acaba pedindo á mãe que
"se eu não voltar
tu terás de fazer de mãe de Santa
porque eu jurei levá-la ao altar
Tu terás de fazer de mãe de Santa
se eu não voltar"
A Mãe pergunta-lhe porque fala assim e ele acaba num tom fortemente dramático por lhe dizer em jeito de despedida
"Um beijo um beijo mãe
Outro beijo adeus
Se eu não voltar
faz de mãe de Santa
Um beijo mãe adeus"
Turiddu sai perante o desespero da mãe que o tenta segurar.
A praça vai-se enchendo de gente, Santuzza entra também, há um clima de grande agitação. até que se ouve um grito de mulher dizendo
HANNO AMMAZZATO COMPARE TURIDDU !
Mataram o compadre Turiddu !
Acabando a cena com grande desespero e consternação
Anna Stazui canta o papel de Lúcia e Cecchele o de Turiddu
ver Cavalleria Rusticana completa em Sindicato de Operários
quinta-feira, 13 de março de 2008
Otello-Niun mi tema(final)
segunda-feira, 10 de março de 2008
Il Trovatore-Che non m ingano(final)
quarta-feira, 5 de março de 2008
Carmen-C est toi C est moi(final)
Há muito retirado de cena, também fora compelido a praticamente retirar-se da vida, há perto de 4 anos, quando depois de ter sido brutalmente agredido na sequência dum assalto, entrou em coma , estado de que nunca viria a recuperar totalmente.
Para alguns mais fanáticos, foi o grande companheiro de Maria Callas, mas é injusto apenas fazer esta afirmação, não começando por dizer que durante, embora poucos anos foi "o maior tenor lírico do Mundo".
Estreou-se em 1946 como Des Grieux na Manon de Jules Massenet. e manteve-se no pedestal durante cerca de 10 anos. Depois talvez por arrastamento e colagem com a carreira de Maria Callas, exageros, papéis inadequados e outros disparates adulteraram-lhe a qualidade vocal, entrando em fase descendente.
A Carmen é uma história de amor e sangue, ciúme e traição. Dom José era um militar, que desertou por amor de Carmen que o seduziu mas que acaba por o trocar pelo toureiro Escamilho.
Carmen e Dom José irão defrontar-se face a face no dueto final " C est toi, C estmoi" ao mesmo tempo que Escamilho triunfa dentro da praça de touros, no exterior Dom José acaba por matar Carmen.
As suas últimas palavras são
Podeis prender-me
Fui eu que a matei
Ó Carmen , minha Carmen adorada
Com não podia deixar de ser eis o dueto como Maria Callas no Royal Festival Hall. Londres em 1973.
Depois a solo cantando Vesti la giubba de Il Pagliacci de Leoncavallo
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Lucia di Lammermoor-Tu que a Dio spiegasto l ali(final)
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Gioconda-Suicídio
Não sendo uma debutante, contando actualmente 55 anos esta antiga estudante de arquitectura veio para a Alemanha para se aperfeiçoar e pela Europa (desde 1991 em Viena) onde se tem mantido nas suas actuações sem descurar aparições pontuais no seu País, como é o caso deste vídeo cantado em São Paulo em 2006 a ária "Suicídio" da Gioconda de Amilcare Ponchielli
.
Uma ária do IV acto desta ópera com libretto de Arrigo Boito, muito exigente para a intérprete.
Esta ópera foi estreada no Scala em Milão em 1876 e na noite da estreia com a presença do autor, foi chamado à cena mais de 30 vezes para receber os aplausos do público.
Este papel de Gioconda foi cantado na estreia por Teresa Brambilla, mulher de Ponchielli.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Lucia de Lammermoor-Chi mi frena In tal momento
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Pourquoi me reveiller
tento com alguma dificuldade, "publicar" integralmente Óperas, com sequência e textos apropriados, assim consiga descobrir os trechos publicados e o sempre embirrante "This video is no longuer available".
Já consegui completar a "Norma", a "Cavalleria Rusticana", "La Boheme" e o Requiem de Verdi.
Tenho em reconstrução (substituição de videos no longuer available) , o "Trovador" e a "Lucia de Lamermoor".
Estando em publicação o "Elixir do Amor", onde a maioria dos documentos que encontro têm Rolando Villazon como protagonista (Nemorino).
Villazon é um tenor que gosto muito, votaria nele para um dos melhores da actualidade
Aqui Rolando Villazon canta da ópera Werther de Jules Massenet - Pourquoi me reveiller, numa récita em Nice em 2006
Pourquoi me réveiller, ô souffle du printemps,
pourquoi me réveiller?
Sur mon front je sens tes caresses,
Et pourtant bien proche est le temps
Des orages et des tristesses!
(avec désespérance)
Pourquoi me réveiller, ô souffle du printemps?
Demain dans le vallon viendra le voyageur
Se souvenant de ma gloire première...
Et ses yeux vainement chercheront ma splendeur,
Ils ne trouveront plus que deuil et que misère!
Hélas!
(avec désespérance)
Pourquoi me réveiller ô souffle du printemps!
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
A te o cara
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Lascia ch'io pianga
a minha cruel sorte
e suspirar
pela liberdade
Que a dor rompa
estas grilhetas
dos meus martírios
só por piedade
Assim canta Almirenda quando cativa, canta este lamento que imortaliza a sua personagem na ópera Rinaldo de Haendel estreada em Londres em 1711.
Canta Angela Gheorghiu num concerto em Bruxelas no ano de 2004.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Casta Diva
A homenagem que lhe prestamos é a publicação desta sua interpretação da "Casta Diva" a famosa ária da Norma de Bellini
Esta cavantina, é sem qualquer dúvida o fragmento mais popular de toda a ópera, os ondulantes harpejos dos instrumentos de corda, com base nos quais se eleva o tema principal da ária, interpretado pela flauta, que lhe dá o clima “lunar”, já que a cena é noturna e a evocação é feita à deusa Lua), introduzem o canto da soprano
Basicamente nesta ária Norma, convida o povo á paz, corta os ramos do visco sagrado e avança com os braços estendidos para o ceú. A luz da lua inunda a cena e Norma invoca a sua aparência pura e bela com uma prece eterna
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Aleluia
Embora não tenha importância de maior, equivalente à importância que o Musicópera têm, o facto é que é sempre complicado promover este tipo de eleições, sob pena de se deixar muita gente de fora o que é claro uma forma de ser ser injusto.
Como penitência irei passar algum tempo a apresentar peças de algumas sopranos que injustamente não apurei como elegíveis, para este modesto concurso.
Alguém aqui mesmo em comentário me perguntou por ela, Diana Damrau. Como foi possível esquece-la ? (Desculpa Maria)
Damrau é uma extraordinária soprano de coloratura alemã, especialista em papéis como Contança(Rapto do Serralho), Gilga (Rigoletto), de Rosina (Barbeiro de Sevilha), ou da Rainha da Noite(Flauta Mágica)
Aqui canta da obra sacra de Mozart "Exsultate Jubilate"K.165, em Fá Maior, "Aleluia", num concerto em 2002 sob a condução de Mehta.
Já agora, a votação ao lado acaba no próximo dia 31.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Je fus cruelle et coupable
Anna Netrebko e Rolando Villazon cantam o dueto Toi ! Vous! da Manon de Jules Massenet
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Sull aria
Esta iniciativa de apresentar as candidatas ao prémio de melhor soprano da actualidade, cantando em dueto, continuará pois até ao dia 31 de corrente mês quando se encerrar o prazo para votação.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Ah inseparabile
Vou aproveitar para apresentar as sopranos em concurso mas cantando duetos.
Começo com Edita Gruberova e Luciano Pavarotti cantando um dueto do Rigoletto de Verdi que se chama "Ah inseparabile"
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Eri tu che machiavi
domingo, 6 de janeiro de 2008
Il ballen del suo sorriso
Aqui o barítono Gioirgio Zancanaro canta o papel do Conde de Luna.
A segunda cena do segundo acto do Trovador inicia-se praticamente com a famosa ária para barítono do Conde de Luna, quando ele e os seus seguidores se aproximam de noite do castelo de Castellor.
Luna canta a sua ária "Il ballen del suo sorriso"(A luz do seu sorriso) onde ele anuncia que quer raptar a sua amada Leonora que pretende professar, propondo-se ele rapta-la antes que ela o consiga.
Diz então que :
" A luz do seu sorriso é maior do que uma estrela o esplendor do seu lindo rosto infunde-me nova coragem O amor que me anima falará a meu favor e que o Sol de um dos seus olhares disperse a tempestade do meu coração".
Ouve-se entretanto o bater dos sinos que anunciam a cerimónia. Os soldados que o conde trouxera consigo dispõem-se para o rapto, enquanto este proclama "Per me ora fatale"(5.17)
"Hora fatal para mim apressa os teus momentos a alegria que me espera não é um júbilo mortal Em vão um Deus rival se opõe ao meu amor nem mesmo um Deus pode oh mulher afastar-te de mim"
Só duetos famosos
- Ana Bolena-02-Va infelice e teco reca
- Boheme(La)-06-O soave fanciulla
- Carmen-25-C'est toi?-C'est moi
- Cavalleria Rusticana-02-Ah lo vedi
- Cavalleria Rusticana-07-tu qui santuzza
- Cavalleria Rusticana-08-No no Turiddu rimani ancora
- Don Giovanni-5-La ci darem la mano
- Elixir do amor-05-Chiedi all aura lusinghiera
- I Puritani-01-Vieni fra queste braccia
- I Puritani-3-Suoni la tromba intrepido
- Il Trovatore-16-Mira di acerbe lagrime
- Julio Cesar--Son nata a lagrimar
- La Traviata-04-Un di felice eterea
- La Traviata-19-Parigi o cara
- Norma-11-Mira o Norma
- Norma-13-In mia man alfin tu sei
- Rigoletto-08-Giovanna ho dei rimorsi
- Stiffello-1-ite che il fallo a tergere
- Un ballo in maschera-005-Non sai tu che se l'anima mia