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sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Rossini-L'Italiana in Algeri

Retomando a ideia da apresentação de aberturas de óperas, trago aqui hoje a abertura da ópera de Rossini L'Italiana in Algeri, pela Orquestra de Câmara do Kremlim dirigida por
Misha Rachlevsky

Ópera em dois atos, com o libreto em italiano de Angelo Anelli. Estreou no Teatro San Benedetto, de Veneza, em 22 de maio de 1813.

domingo, 26 de outubro de 2008

Carmen-Parle-moi de ma mère

Acabado de chegar de mais uma Carmen, desta vez incluída nas Noites de Ópera de Portimão.Saliente que terá sido a Carmen, mais descolorida a que assisti, porque o encenador Giulio Ciabati, decidiu, que as cores de Sevilha, das suas ruas onde se desenrolam grande parte da acção, deveriam assumir dum forma geral, os tons de creme e cinzento.

No primeiro acto o tom mais ousado, foi em verde garrafa que coloria os ombros de Micaela.

Percebe-se nestas coisas de ópera em ambientes reduzidos, quer em espaço, quer em orçamento, que 2 ou 3 elementos cénicos e meia dúzia de cadeiras possam fazer o pleno em termos de encenação, mas fazer os cinzentões coro de soldados, na sua primeira intervenção onde elogiam a vivacidade e a multidão pelas ruas, cantar para um cenário absolutamente vazio apetece dizer como o outro não havia necessidade.

Falando em Micaela, não me canso de elogiar a "nossa" Elvira Ferreira, magnifica a sua interpretação e percebe-se que ela chega às pessoas, mesmo as que para a ópera, não levam mais do que os ouvidos e a sensibilidade,

A protagonista Giovanna Lanza, apenas conhecia de a ouvir na Gala de Abertura, já havia gostado de a ouvir na Mon coeur s ouvre a ta voix de Sansão e Dalila, e fiquei curioso. Gostei desta Carmen não exageradamente mas gostei.

Infelizmente não tenho Elvira Ferreira para colocar aqui, mas fica este dueto
"Parle-moi de ma mère" do 1º acto cantado por Jonas Kaufmann (Don Jose) e Norah Amsellem (Micaela)

sábado, 18 de outubro de 2008

Barbeiro de Sevilha-Una voce poco fa

Acabado de assistir ao Barbeiro de Sevilha, incluído nas Noites de Ópera de Portimão, que já vai no 3ª edição e que muito folgo se se mantiver como até aqui todos os anos em Outubro.

Não peço o B.I., nem o passaporte às pessoa, mas reparo que a maioria dos assistentes têm cara de estrangeiros e aparência da idade média deve rondar os 50 anos. Duas as coisas que lamento, falta de portugueses e de jovens.

Achei este espectáculo, muito interessante dada a exiguidade do espaço,(nunca mais o auditório fica pronto). Fazem-se milagres e o valor dos cantores não está em causa, passe-se ao lado de algumas naturais debilidades, mais fruto de alguma inexperiência do que valor próprio.

Acima disso está a Ana Paula Russo, que gosto muito de ouvir e já com um currículo extenso e de qualidade

Neste documento, que não sei a que espectáculo se refere é dirigido pelo maestro José Ferreira Lobo, que à frente da Orquestra do Norte, dirige também estas Noites de Ópera de Portimão