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sábado, 28 de janeiro de 2012

Nicolai Ghiaurov-1ºparte

Uma pausa na minha visita pelos grandes nomes sopranos, para falar noutro imortal o enorme Nicolai Ghiaurov, talvez sugestionado pelo facto de ter sido casado com Mirella Freni.

Nicolai Ghiaurov nasceu Velingrad em a 13 de Setembro de 1929 e viria a falece a 2 de Junho de 2004 e foi um baixo búlgaro e considerado por mim o melhor baixo que me foi dado ouvir

Quando criança cantava num coro da igreja onde foi descoberto pela sua voz excepcional, aprendeu igualmente a tocar violino, piano e clarinete

Começou os seus estudos de canto em Sofia com Christo Brambarov , completando os estudos em Leningrado e Moscovo, entre 1950 e 1955

A carreira de Ghiaurov iniciou-se em 1955, quando ele venceu o Grande Prémio na Competição Internacional de Canto em Paris e uma Medalha de Ouro no Quinto Festival Mundial dos Jovens em Praga.


Ghiaurov fez sua estreia operística em 1955 como Don Basilio no Barbeiro de Sevilha em Sofia.

  • Aqui canta a ária La calunnia do Barbeiro de Sevilha




Fez sua estreia na Itália em 1957 no Teatro Municipal de Bolonha, depois disso começou a sua carreira internacional com a sua redenção de Varlaam na ópera Boris Godunov no La Scala em 1959.

  • A morte de Boris de Boris Godunov


Em 1962, Ghiaurov fez sua estréia no Covent Garden como Padre Guardiano da ópera La Forza del Destino (Verdi) e aparecendo em Salzburgo com a obra Requiem de Giuseppe Verdi, ao lado de Luciano Pavarotti, Leontyne Price e Fiorenza Cossoto, conduzidos por Herbert von Karajan.

  • Confutatis do Requiem de Verdi

domingo, 8 de janeiro de 2012

Mirella Freni-5º parte

Em 1998 ela apareceu em papéis de óperas deTchaikovsky, como nas óperas Eugene Onegin,

  • Dessa ópera Carta-1ºparte

  • Dessa ópera Carta-2ºparte


Queen of Spades e a Dama de Orleans

  • Dessa ópera Adieu forets, com a qual Freni encerrou a sua carreia em em Washington, no dia 11 de Abril de 2005, aos setenta anos de idade.



Em 2005 o Metropolitan Opera celebrou com um concerto de gala, regido porJames Levine, o quadragésimo aniversário da estreia dela naquela casa e seu quinquagésimo aniversário.

Aqui termino esta minha singela homenagem à grande Mirella Freni, um dos meus grandes ídolos, está no grupo da meia dúzia a quem chamo MONSTROS INSUBSTUÍVEIS (na Ópera há insubstituíveis , pelos os que ficam ao alcance da nossa memória)