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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Giovanni Martinelli

Giovanni Martinelli , considerado por muitos como uma das 100 melhores vozes de sempre, é um tenor italiano nascido em 22 de Outubro de 1885 em Montagnana e falecido em 2 Fevereiro, 1969 em Nova Iorque

Ele foi particularmente associado ao repertório lírico-dramático italiano, embora ele tenha interpretado papéis de ópera francesa com grande exito também.

Martinelli foi um dos mais famosos tenores do século 20, desfrutando de uma longa carreira no Met, em Nova York noutros teatros internacionais.

Para ouvir Giovanni Martinelli clicar >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> aqui

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Yelizaveta Shumskaya

A soprano Shumskaya nasceu em Ivanovo em 1905 e morreu em Moscovo em 1988. Cresceu em numa pequena cidade, sofrendo com o facto de não haver teatro de ópera nem conservatório. Tentou formar um estúdio de ópera na fábrica têxtil onde trabalhava.

A primeira ópera apresentada foi o Fausto de Gunod, cantando o papel de Marguerite.


Para a ouvir cantar a última ária da ópera a Donzela da neve de Rimsky-Korsakov. clicar >>>>>>>>>>>>>> aqui.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Cosi fan Tutte-Abertura

Em 1790 no dia 26 de Janeiro Mozar estreia a sua Ópera Cosi fan Tutte no Burgtheater em Viena.

Esta ópera foi composta por Mozart após os sucessos das Bodas de Figaro e Don Giovanni. Durante muito tempo esta ópera foi considerada "menor".

No século XX no entanto esta composição foi atraindo mais atenção e hoje em dia é quase tantas vezes colocada em cena com as restantes obras primas de Mozart.

John Eliot Gardiner conduz a orquestra "English Baroque Soloists" na abertura dessa ópera

domingo, 25 de janeiro de 2009

La cenenrentola

La cenerentola" de Gioacchino Rossini, interpretado por la Orquesta sinfónica del Liceu y dirigido por Patrick Summers desde o Teatro del Liceu en Barcelona.

Para ouvir clicar >>>>>>>>>>>>>>>>>> aqui

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Rosa Ponselle

Soprano lírica americana nascida no Connecticut, filha de pais napolitanos, começou cantando com a sua irmã mais velha Carmela, como cantoras de cabaret, mas passaram a ter aulas com William Thorner, que persuadiu Enrico Caruso a ouvi-las cantar, mas este acabou por ficar impressionado com a voz de Rosa, levando-a a uma audição no Met.

Desde logo foi-lhe oferecido contrato para a época de 1918-19. Estreou-se em em 15 de Novembro de 1918, como Leonora na ópera de Verdi La forza del destino, cantando com Caruso.

Apesar de uma quase paralisante crise de nervos ( que ela sofreu em toda sua carreira), conseguiu um tremendo sucesso, junto do público.

Em 1927 cantou o papel que muitos considerada a sua maior conquista, a Norma de Bellini.

Ela cantou essencialmente no New York Metropolitan Opera e é geralmente considerado pelos críticos musicais como tendo sido uma das maiores sopranos dos últimos 100 anos.

Fora dos Estados Unidos, pouco cantou, apenas no Convent Garden e em Florença, segundo ela para homenagear e pagar uma promessa que fizera a sua mãe, de um dia cantar em Itália.

Podemos ouvi-la cantar a famosa Habanera da Carmen de Bizet, por acaso o seu último papel, já que abandonou a carreira cedo, por força de desentendimentos com a direcção do Met, acerca dos papéis a cantar.

Dela disse Maria Callas, " a maior cantora de todas nós"


sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Gioconda-final

Link
Anna tem sido referenciada, talvez com algum exagero, a "reminiscência de Maria Callas", mas a verdade é que ainda jovem tem sido convidada, para cantar nos principais palcos mundiais.

Estreou-se como princesa na Turandot no Convent Garden.

Anna Shafajinskaia, nasceu em Odesa na Ucrania no seio duma família com tradições musicais, formada em Moscovo

Em 1995 ganhou Pavarotti International Voice Competition. Tendo cantado a Tosca, um ano mais tarde com Pavarotti

Aqui Anna Shafajinskaia canta o final da Gioconda de Poncielle

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Vicente Sardinero

Vicente Sardinero, que muito de nos vimos cantar em Lisboa,

Aqui canta numa representação da Boheme no Teatro Liceo de Barcelona em 1980, o papel de Marcelo, com José Carreras no de Rudolfo In un coupe ?

Sardinero, barítono, nascido em 12 de Janeiro de 1937, faleceu em Villafranca del Castillo,
perto de Madrid a 9 fevereiro de 2002.

Conhecido em todo o mundo como um cantor de ópera, o seu trabalho na e para a zarzuela, tanto no palco como no estúdio de gravação, também foi considerável.

A sua estreia foi no Teatro do Liceu no papel de Escamillo na Carmen na temporada de (1964-65). Na estreia no La Scala no ano seguinte entrou no elenco da Lucia di Lammermoor.

Um grande barítono que, como disse alcançou igualmente grande prestígio na zarzuela, cantando e gravando os grande papéis.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

La Boheme-O soave fanciulla

Richard Tucker cujo nome verdadeiro era Rubin Ticker, nasceu na cidade de Nova York, em 28 Agosto 1913 e está considerado entre os maiores tenores de sempre Cantou desde miúdo no coro do famoso Chazanut Weisser, judeu, como ele.

Tucker cantou muito no rádio, e como consequência foi finalmente "descoberto" pelo Met. e contratado para cantar em La Gioconda em 1945.

Quando ele morreu, o serviço fúnebre foi realizada no palco do Metropolitan Opera House. O serviço terminou com o palco nu, com excepção de Tucker no caixão, enquanto a cortina descia.

Aqui, Richard Tucker canta con Anna Moffo. "O soave fanciulla" dueto de La Bohème

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domingo, 4 de janeiro de 2009

Aida-Cena do julgamento,

Bumbri nasceu em 4 de Janeiro de 1937 em Saint Louis

Grace Bumbry, estreou-se em 1960 no papel de Ameneris da Aída, papel esse que pode ver-se
na cena do julgamento, recita cantada no Covente Garden em 1973, tendo Joseph Rouleau como Ramfis.

Para ver clicar >>>>>>>>>>>>>>>>>> aqui

sábado, 3 de janeiro de 2009

Aida-O Patria mia

A fabulosa Leontye Prince cantou em 3 de Janeiro de 1985, pela última vez no Met em New York, ao fim de 21 anos de permanência. Dessa Aida inesquecível a ária O Patria mia e a comoção da despedia dum público que a adorava. A qualidade do som é deficiente mas é um momento que deve recordar-se. Não foi a retirada absoluta dos palcos, pois ainda se manteve activa por mais 12 anos

Esta notável soprano americana, ainda viva, a uma semana de fazer 82 anos, estreou-se no Met em 1965 cantando com Frank Corelli, Il Trovadore, que terminou com uma ovação de 42 minutos uma das mais longas na história daquele teatro e a sua ária D'amor sul'ali rosee, levou 15 minutos, que mais dizer para uma estreante, depois foram 21 anos, que acabaram neste dia

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Amapola

Tito Schipa nasceu em Lecce, em 27 de Dezembro de 1887 mas o seu pai só o registou em 2 de Janeiro do ano seguinte, por razões relacionadas com a vida militar.

Estreou-se em Varcelli no Teatro Facchinetti a 4 de Fevereiro de 1909, cantando o papel de Alfredo em La Traviata. Tendo rapidamente acrescentado ao seu repertório os papéis de protagonista no Rigoletto, Fausto , La Boheme, Don Pascuale e Barbeiro de Sevilla. Em 1911 começou a cantar Werther, o seu futuro papel mais emblemático. Sua interpretação de Massenet abriu as portas ao público de Roma.

Nos anos de 1919 e 1929 Schipa foi transformado numa celebridade, um dos artistas mais bem pagos nos E.U.A., vivendo sumptuosamente na Costa Sul.

No final dos anos 30 regressa a Itália e logo se tornou uma dos tenores preferidas de Mussolini e de Hitler, que naturalmente lhe trouxe muita impopularidade no pós-guerra, o que o fez regressar à América em 1947 para um recital no New York's Carnegie Hall, mas com pouco sucesso, por certo pelas razões do seu envolvimento com o nazismo.

Só nos finais dos anos 50 recuperou a sua fama, mas apenas em 1962 já com 73 anos, seria perdoado perante o público americano que o recebeu em delírio.

Schipa morreu em Nova York em 16 de Dezembro de 1965, vitimado pela diabetes.

Pode ouvir-se Schipa cantar aqui Amapola de Lacalle
  • Amapola, lindisima amapola,
    Será siempre mi alma tuya sola.
    Yo te quiero, amada niña mia,
    Iqual que ama la flor la luz del día.
    Amapola, lindisima amapola,
    No seas tan ingrate y ámame.
    Amapola, amapola
    Cómo puedes tú vivir tan sola.

    Yo te quiero, amada niña mía.
    Igual que ama la flor la luz del día.

    Amapola, lindísima amapola,
    No seas tan ingrate y ámame.
    Amapola, amapola
    Cómo puedes tú vivir tan sola.

Strauss-Electra

Eva Randova é uma mezzo checa, nascida em 31 de Dezembro de 1936. Trata-se duma soprano hoje retirada dos palcos mas dedicando-se ao ensino, que obteve igualmente êxito como nadadora.

Estreou-se no Teatro Nacional de Ostrava (Mährisch Ostrau), em 1962, contando interpretações nos primeiros anos da sua vida artística, nos principais papéis adequados para a sua voz: Eboli em Don Carlo de Verdi, Ortrud, em Lohengrin, Carmen, Amneris, em Aida, Azucena, em Il trovatore.

Em 1981, ela cantou seu primeiro papel no Metropolitan Opera Nova York como Fricka na Walküre, em 1987 e como Venus em Tannhäuser.

Pode aqui ouvir-se cantar o dueto da ópera Electra de Straus na gala de abertura do Prom de 1993 no Royal Albert Hall, cantando com Marylin Zschau, papel que aliás já havia desempenhado em 1990, no Tetaro Liceo de Barcelona