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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Mirella Freni-4ºparte

Ela também interpretou heroínas puccinianas Manon Lescaut

  • Aqui canta Sola perduta abbandonata


e Tosca,

  • Visi darte visi damore



e gravou Madama Butterfly e Il Trittico.

Em 1981 ela casou-se com Nicolai Ghiaurov, um dos mais celebrados baixos de sua época.

Juntos eles ajudaram a fundar o Centro Universitário do Bel Canto, onde começaram a dar master classes em 2002.

Freni publicou suas memórias em 1990 e também recebeu a condecoração de Cavaleira da Grande Cruz da República Italiana e a Honra de Legião Francesa, em Março de 1993.

Na década de 1990, Freni adicionou ao seu repertório, papéis de óperas veristas, como Adriana Lecouvreur (Cilea), cantando em Paris, Milão, Barcelona e Nova Iorque

  • dessa ópera Lo son l umile Ancella



e Fedora (Umberto Giordano) cantando em Londres, Milão, Nova Iorque, Tornio, Barcelona e Zurique.

  • Aria de Fedora


terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Mirella Freni-3ºparte

Do início da década de 1970 até 1980, Freni começou a cantar papéis mais difíceis , Desdemona de Otello (que cantou ao lado de Jon Vickers),

  • Ei-los cantando Dio ti Giocondi, o sposo dessa ópera


Elvira de Ernani,

  • Ernani! Ernani, in volami



Aida da ópera homónima

  • Dessa ópera Qui Radames verrà



e Amelia de Simão Boccanegra.

  • Aqui canta dessa ópera Come in quest'ora bruna

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Mirella Freni-2ºparte

Em 1961 Freni fez sua estreia Royal Opera House como Nannetta da ópera Falstaff de Giuseppe Verdi.
  • Ei-la cantando dessa ópera o final do 2º acto



Em 1963 ela fez sua estreia no La Scala de Milão, em uma produção de Zeffirelli e regência de Herbert von Karajan (Freni acabou tornando-se uma das cantoras favoritas de Karajan, e fez colatura com ele em diversas óperas e concertos).

Em 1965, Freni fez sua estréia no Metropolitan Opera como Mimì e posteriormente apareceu em Tosca (Puccini), Fausto e Roméo et Juliette.

  • Aqui canta de Fausto Oh dieu que de bijoux



Do início da década de 1970 até 1980, Freni começou a cantar papéis mais difíceis de Verdi, como Elisabetta da ópera Don Carlo,

  • Desta ópera canta Tu che le vanitá

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Mirella Freni-1´parte

Mirella Freni nasceu a 27 de Fevereiro de 1935 é uma soprano italiana muito admirada pela qualidade de sua voz, sua óptima dicção e interpretações no palco. Seu repertório é formado por aproximidade quarenta papéis, de compositores como Verdi, Puccini, Mozart e Tchaikovsky. Freni foi casada por vinte e seis anos com o baixo búlgaro Nicolai Ghiaurov.

  • Aqui canta com Ghiaurov e Alfredo Krauss a cena final do Fausto


Mirella Freni nasceu em uma família da classe trabalhadora em Modena, sua mãe e a mãe de Luciano Pavarotti trabalharam juntas em uma fábrica de fumo na cidade.

Ela, aos dez anos de idade, venceu uma competição de uma rádio, cantando "Un bel dì vedremo". O mundialmente famoso e celebrado tenor Beniamino Gigli ajudou-a a aperfeiçoar sua voz e deu-lhe conselhos até ficar mais velha. Mirella fez sua estréia operistica em Modena em 1955, aos dezenove anos de idade, como Micaëla na ópera Carmen


  • Cantando Je dis que rien ne m'epouvante da Carmen


Nesse período ela cantou muitas outras vezes na cidade e casou-se com o maestro Leone Magiera, com quem teve um filho.

Em 1958 ela alavancou sua carreira, vencendo uma competição e cantando o papel de
Mimì da ópera La Bohème no Teatro Regio em Torino. Cantou com a Ópera Holandesa durante as temporadas de 1959 e 1960.

Ela ficou mundialmente conhecida quando executou Adina da ópera L'Elisir D'Amore (Donizetti) em uma produção de Franco Zeffirelli no Glyndebourne,


onde ela também cantou os papéis de Susanna e Zerlina de Mozart, nas temporadas de 1960 e 1962.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Renata Scotto-2ºparte

Durante a década de 1960 ela tornou-se uma das maiores cantoras do bel canto, revivendo a fase vivida por Callas na década de 1950.

Ela cantou Zaira e La Straniera de Bellini e Giulietta de I Capuleti e i Montecchi de Bellini, Maria di Rohan de Donizetti e Robert le Diable de Meyerbeer.

  • Dessa ópera canta Roberto, o tu che adoro



Em 1964, com uma produção do La Scala, ela apresentou-se no Teatro Bolshoi em Moscovo, a primeira companhia de ópera a fazer digressão pela União Soviética durante os anos da Guerra Fria.


A estreia nos Estados Unidos veio em 1960 como Mimi na Ópera Lírica de Chicago, mesmo ano em que se casou com o violinista Lorenzo Anselmi.

O casal teve uma filha e um filho. No dia 13 de outubro de 1965, Scotto fez sua estreia no Metropolitan Opera House de Nova Iorque como Cio-Cio San em Madama Butterfly.


Durante 22 anos, ela cantou mais de 300 vezes no Met, em 26 papéis diferentes.

Com Luciano Pavarotti, ela inaugurou as séries "Ao Vivo do Met" em 1977 com a ópera La Bohème de Giacomo Puccini.

  • Dessa ópera Si mi chiamano Mimì




Durantes os anos seguintes, ela estrelou as produções televisionadas Manon Lescaut, Luisa Miller, Don Carlo, Il Trittico, Francesca da Rimini e Otello.

  • Dessa ópera La canzone del salice

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Renatta Scotto-1 ºparte

Rena Scotto nasceu em Savona na Itália a 24 de Fevereiro de 1934.

Reconhecida pelo seu senso de estilo, musicalidade e pelas suas habilidades teatrais, Scotto é considerada uma das proeminentes cantoras da sua geração, especialmente no repertório do bel canto, com excursões ao verismo e ao repertório de Giuseppe Verdi.

Além de perfeito domínio técnico, particularmente no que diz respeito ao emprego do pianissimo, Scotto possuía excelentes habilidades interpretativas. Sua carreira é usualmente mencionada em conexão com o trabalho de outras grandes cantoras líricas da segunda metade do século XX, tais como Joan Sutherland e Maria Callas, que contribuíram para a valorização dos aspectos dramatúrgicos da ópera através de um sólido e consistente trabalho de cena.

Ela fez sua estreia na sua cidade no Natal de 1952 aos dezoito anos como Violetta de La traviata (Verdi). e no dia seguinte, no Teatro Novo em Milão, no mesmo papel

  • Ei-la cantado com José Carreras Un di felice da Traviatta



Logo após, ela apresentou-se numa ópera de Giacomo Puccini, Madama Butterfly, em Savona e foi paga com 25 mil liras.


Em 1953, Scotto fez audições no Teatro alla Scala de Milão para o papel de Walter em La Wally de Alfredo Catalani, com Renata Tebaldi e Mario del Monaco. Após sua audição, um dos juízes, o maestro Victor de Sabata falou: "Esqueça o resto".

La Wally foi apresentada em 7 de dezembro de 1953 e Scotto foi chamada ao palco quinze vezes. Tebaldi e Del Monaco apenas sete.

  • Dessa ópera a conhecida ária "Ebben? Ne andro lontana


A maior oportunidade de Scotto veio em 1957: no Festival de Edinburgo, onde o La Scala apresentou sua produção de La Sonnambula de Vincenzo Bellini com Maria Callas como Amina.

A produção fez tanto sucesso, que a companhia teve que apresentar-se mais uma vez. Callas não pode aparecer nas performances por motivo de doença,

Scotto então assumiu o papel de Amina, substituíndo Callas no dia 3 de setembro de 1957. A performance foi de grande sucesso e assim, a soprano de 23 anos tornou-se uma estrela mundial.

  • Cantando Come per me sereno


Em 1961 ela interpretou Amina novamente, só que dessa vez no Teatro La Fenice com o tenor Alfredo Kraus.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Raina Kabaivanska-2ºparte

Em 1962, fez a sua estreia, tanto no Royal Opera House em Londres, como Desdemona em Otello de Verdi

  • Dessa recita cantando com Mário Del Mónaco Gia nella notte densa


, e da Metropolitan Opera , em Nova York, como Nedda, também apareceu em alguns, filmes como em Il Pagliacci, com Jon Vickers em 196

  • Aqui canta Io son plena di vita da ópera Il pagliaci



    , Il Trovatore , cantando com Bonisolli Franco ,

    • Ei-la cantando Tacea la notte placida desse filme em 1975




    , e Tosca , com Plácido Domingo , em 1976.

    • Ei~la cantando dum concerto em Tóquio a cena final da Tosca




    Kabaivanska recebeu os seguintes prémios:

    Bellini (1965), Viotti d'Oro (1970), Puccini (1978), Illica (1979), Monteverdi (1980), o Prêmio de 'Medici "Accademia - Lorenzo il Magnifico, Florença (1990), 'A Vida, dedicado à música, o Grand Prix de Veneza (2000).

    Actualmente, Kabaivanska é professora na Accademia Musicale Chigiana , em Siena , Itália.

    Ela tem um Master Class para os artistas das obras de Puccini, bem como master classes na Espanha, Itália e França. Ela também é membro do júri de vários concursos de prestígio em todo o mundo.

    Kabaivanska cantou a "Ave Maria" da ópera Otello de Giuseppe Verdi para abrir a missa fúnebre de Luciano Pavarotti em Modena, Itália em 8 de setembro de 2007.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Raina Kabaivanska-1ºparte

Raina Kabaivanska é uma soprano bulgara nascida a 15 de dezembro de 1934) sendo uma das principais sopranos de sua geração, particularmente associada a papéis de Verdi e Puccini embora tenha n seu repertório uma ampla gama de papéis.

Nascida Raina em Burgas, estudou em Sofia com Prokopowa e Jossifow, e fez sua estreia na Ópera Nacional da Bulgária , em Sofia como Tatiana na ópera de Tchaikovsky Eugene Onegin em 1957.

  • Ei-la cantando o final dessa ópera numa récita grabada bastante mais tarde

  • 1ºparte


  • 2ºparte



No ano seguinte, ela partiu para a Itália para novos estudos com Zina Fumagalli-Riva em Milão e com Giulia Tess em Vercelli .

Dois anos depois ela fez uma descoberta em Fano , Itália, como Nedda na ópera de Leoncavallo, Il Pagliacci .

  • Aqui canta dessa ópera Nedda!... Silvio! A quest'ora che imprudenza


Em 1961, ela teve a sua primeira apresentação no La Scala em Milão, como Agnese em Beatrice di Tenda de Bellini cantando comJoan Sutherland .

  • Dessa apresentação ela canta aqui Ah! non pensar che pieno

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Anna Moffo-3ºparte

No fim da década de 1950, ela gravou Susanna de Le nozze di Figaro de Wolfgang Amadeus Mozart, ao lado de Elisabeth Schwarzkopf e Giuseppe Taddei, conduzidos por Carlo Maria Giulini.

  • Aqui canta com Canzonetta sull aria com Elisabeth Schwarzkopf



Moffo também foi convidada a apresentar-se na Ópera de São Francisco, onde ela fez sua estreia como Amina de La sonnambula, em primeiro de Outubro de 1960.


Fez sua estreia no Royal Opera House em Londres, como Gilda, em uma produção da ópera Rigoletto de Franco Zeffirelli, em 1964.

  • Caro nome uma ária do Rigoletto



Moffo tinha uma popularidade particular na Itália e apresentava-se lá regularmente. Ela era a apresentadora do programa semanal na televisão italiana "The Anna Moffo Show", que foi ao ar de 1960 até 1973 e assim ela foi eleita uma das dez mulheres mais bonitas na Itália.

Ela apareceu nos filmes das óperas La traviata (1968) e Lucia di Lammermoor (1971), ambos conduzidos pelo seu marido Mario Lanfranchi, como em outros filmes não-operísticos.

  • Lucia de Lammermoor-Cena da loucura-1ºparte



  • Lucia de Lammermoor-Cena da loucura-2ºparte



Com os trabalhos que exigiam muito da voz e sua exaustão psicológica, Moffo sofreu um grande prejuízo na sua voz em 1974, que nunca se recuperou. Assim ela teve que se aposentar em 1976, aparecendo-se esporadicamente.

Sua última performance em uma ópera foi no Metropolitan Opera House em 1983, nas celebrações do centenário da casa, onde ela cantou a música "Will You Remember?" de Sigmun Romberg com o barítono Robert Merrill.



Moffo foi casada duas vezes. O primeiro casamento foi com o director Mario Lanfranchi, que aconteceu em 8 de dezembro de 1957. O casal se divorciou em 1972. Seu segundo casamento foi com o executivo da RCA, Robert Sarnoff, no dia 14 de novembro de 1974. Sarnoff morreu dia 22 de fevereiro de 1997.

Anna Moffo passou seus últimos anos de vida em Nova Iorque, onde ela morreu aos 73 anos de idade, após uma longa década de luta contra um cancro de mama, em 2006.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Anna Moffo-2ªparte

Ela apareceu como Zerlina em Don Giovanni no Festival Aix-en-Provence


e fez sua primeira gravação para a EMI como Nannetta, sob a batuta de Herbert von Karajan e como Musetta em La Bohème com Maria Callas, Giuseppe di Stefano e Rolando Panerai.

  • Boheme-Quando men vou



No ano seguinte, em 1957, ela fez sua estreia na Ópera Estatal de Viena, no Festival de Salzburgo, no Teatro alla Scala de Milão e no Teatro San Carlo, em Nápoles.

Moffo retornou aos Estados Unidos para sua estreia como Mimi em La Bohème, ao lado de Jussi Björling na Ópera Lírica de Chicago, em 16 de outubro de 1957.

Sua estreia no Metropolitan Opera House de Nova Iorque aconteceu em 14 de novembro de 1959 como Violetta em La traviata de Giuseppe Verdi.

  • La traviata-Prendi quest l immagine


Ela apresentou-se no Metropolitan Opera durante dezessete temporadas em papéis como Lucia di Lammermoor, Adina em L'elisir d'amore, Gilda em Rigoletto, Liù em Turandot, Nedda em Pagliacci, Pamina em Die Zauberflöte, Juliette em Roméo et Juliette, Manon, Mélisande em Pelléas et Mélisande, entre outras.

  • Aqui canta Depuis de jour da ópera Louise de Charpentier

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Anna Moffo-1ºparte



Anna Moffo nasceu em Wayne a 27 de Junho de 1932 e veio a morrer a 9 de Março de 2006 em Nova Iorque) foi uma soprano italo-americana, considerada uma das melhores sopranos lírico-coloratura de sua geração, activa principalmente na década de 1960.

Durante o seu apogeu, Moffo foi muito admirada pela pureza, agilidade, alcance e emoção de sua voz e sua grande beleza física.

Após se graduar na Radnor High School, foi-lhe oferecida a oportunidade para ir a Hollywood, onde acabou estudando no Instituto de Música Curtis na Filadélfia, com Eufemia Giannini-Gregory, irmã da soprano Dusolina Giannini.

Em 1954, ela foi para a Itália para completar os seus estudos na Academia Nacional de Santa Cecília, em Roma, onde ela foi aluna de Mercedes Llopart e Luigi Ricci.

Moffo fez sua estreia operística oficial em 1955 como Norina em Don Pasquale.

Logo após, ainda sem muita experiência e virtualmente desconhecida, ela teve a oportunidade de cantar o papel de Cio-Cio San na RAI, em uma produção de Madama Butterfly de Giacomo Puccini.

  • Un bel di vedermo



Outras ofertas apareceram e ela apareceu em outras duas produções televisionadas no mesmo ano, como Nannetta em Falstaff de Giuseppe Verdi

  • Sul fil d'un soffio etesio




e como Amina em La sonnambula de Vincenzo Bellini.

  • Ah! Non credea mirarti




quarta-feira, 6 de julho de 2011

Pilar Lorengar

Lorenza Seta Pilar García nasceu a 16 de Janeiro de 1928 em Saragoça vindo a morrer em 2 de Junho de 1996 em Berlim e foi uma soprano espanhola ( Aragonêsa ) que usou o nome de Pilar Lorengar.

Ela foi mais conhecido por suas interpretações de ópera e de zarzuela e, como soprano, ela ficou conhecida pelo seu timbre jovial, bem como o seu vibrato .

Muito jovem, ela participou de um programa de rádio chamado Ondas Infantiles, organizado pela Rádio Zaragoza, começando a ter aulas formais de música, com a idade de catorze anos com Margarita Martínez. Mudou-se depois para Barcelona para estudar no Conservatório de Música de Barcelona e começou a cantar sob o nome Loren Arce em vários salões, a fim de pagar por suas aulas.

Estudou em Madrid com Ángeles Otein e em Berlim Ocidental com Carl Ebert e a mezzo-soprano Hertha Klust, sendo o grande Dietrich Fischer-Dieskau seu professor

Ela fez sua estreia profissional em 1950 em Oran , Argélia , desempenhando o papel de Maruxa. e em 1951 ela fez sua estreia espanhola no papel principal na zarzuela A Cesta de morangos.

Em 1952, ela se apresentou como solista em Barcelona, ​​com Beethoven na Nona Sinfonia e também cantando o Requiem de Brahms

Sua carreira internacional começou ópera em 1955 no Festival Internacional d'Art Lyrique , em Aix-en-Provence , onde ela interpretou Cherubino, em As Bodas de Figaro . cantou depois em Londres, Glyndebourne e Buenos Aires .

Em 1958 ela assinou um contrato com a Deutsche Oper de Berlim , um relacionamento que duraria 30 anos. tendo sindo distinguida em 1963, com o título de Kammersänger pelo Senado de Berlim .

Em 1961, cantou Desdemona de Otello no San Francisco Opera , Violetta em La traviata na Deutsche Oper em Berlim, e Donna Elvira em Don Giovanni no Metropolitan Opera .

Através de sua carreira apresentou-se em Madrid, Bruxelas , La Scala de Milão , Liceu de Barcelona, ​​frequentemente com a Orquestra Filarmónica de Viena e da Ópera Estatal de Viena , Paris e até mesmo em Tóquio.

Em 1991, Pilar anunciou sua aposentadoria e apresentou seu último concerto no Teatro Campoamor, em Oviedo , Astúrias , Espanha.

Em 1994, ela foi premiada com a "Ordem do Mérito" do Estado de Berlim.

.Em 1996 Pilar Lorengar morreu de câncer em Berlim

  • Aqui cantando da la Wally Ebben ne andro lontana


  • Care selve de Atalanta de Hendel


  • Tu che le vanita de Don Carlos de Verdi

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Leotyne Price-4ºparte

Depois de 1970, ela adicionou três personagem ao seu repertório, todos com sucesso limitado: Giorgetta de Il Tabarro (Puccini),

  • Dessa ópera E ben altro il mio sogno


Manon Lescaut (Puccini)

  • Dessa ópera Sola, perduta, abbandonata




Ariadne de Ariadne auf Naxos (Richard Strauss).

Em Janeiro de 1973 ela retornou ao Met em Madama Butterfly, cantando a personagem pela primeira vez na década e recebendo meia hora de ovação.

  • Tu, tu piccolo iddio dessa ópera




Em 1977, Prince cantou sua última personagem, Ariadne de Strauss, em São Francisco.

Em Outubro de 2001, com setenta e quatro anos, ela cantou um concerto em memória aos ataques de 11 de Setemrbo no Carnegie Hall.

Com James Levine no piano, ela cantou sua favorita spiritual "This Little Light of Mine" seguida de "God Bless America".

Actualmente, Leontyne Price vive em Geenwich Village, em Nova Iorque.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Leontyne Price-3ª parte

Na primavera seguinte, ela retornou ao Met cantando Tosca.

Na década de 1960 ela cantou sete outro papéis no Met, que são eles em ordem cronológica: Elvira da ópera Ernani (Verdi);

  • Dessa ópera a ária Ernani Ernani involami


Pamina de Die Zauberflöte (Mozart); Fiordiligi de Così fan Tutte (Mozart); Tatyana de Eugene Onegin (Tchaikovsky); Cleopatra de Antony and Cleopatra (Barber)

  • Dessa ópera a ária Give me my robe




Amelia de Un Ballo in Maschera (Verdi) e Leonora de La Forza del Destino (Verdi).

  • Dessa ópera La vergine degli angeli

terça-feira, 24 de maio de 2011

Leontyne Price-2ºparte


Na década seguinte, Karajan conduziu Price em alguns das suas melhores performances. Em Don Giovanni de Mozart, Il Trovatore de Verdi e Tosca de Puccini.

Em 1958, Price apareceu como Aida na sua estréia no Royal Opera House, Convent Garden e na Arena de Verona. No dia 21 de Maio de 1960 ela apareceu no La Scala, novamente com Aida.

Foi a primeira afroestadunidense a ter um papel principal em uma companhia de ópera italiana.

Depois de ouvir a performance de Il Trovatore em 1959 em Verona, Sir Rudolf Bing ofereceu outra chance dela se apresentar no Metropolitan. No dia 27 de Janeiro de 1961 Price se apresentou no Met com Franco Corelli, em Il Trovatore, de Verdi.

A performance foi um sucesso, tendo uma ovação de quarenta e dois minutos, certamente uma das mais longas da história do Met.

Nas semanas seguintes Price cantou quatro outros papéis de mesmo sucesso: Aida, Cio-Cio-San de Madama Butterfly (Puccini), Donna Anna de Don Giovanni (Mozart) e Liù de Turandot (Puccini). Foram sucessos, e ela apareceu na revista Time, com o título "Cantora do Ano"

  • Signore ascolta de Turandot

Em setembro de 1961 ea abriu a temporada do Met como Minnie em La Fanciulla del West. A segunda performance foi terrível, Price sofreu de uma rara crise vocal: ela perdeu sua voz e teve que falar suas falas até o fim da cena. Soprano Dorothy Kirsten foi chamada para cantar o terceiro ato. Os jornais reportaram que Price teve um vírus, mas Price disse que foi por causa da pressão psicológica, do tamanho sucesso em pouco tempo. Depois disso ela cancelou suas apresentações por três meses, e descançou em Roma.

  • Laggiu nel soledad da La Fanciulla del West

domingo, 8 de maio de 2011

Leontyne Price-1ºparte

Leontyne Price nasceu a 10 de Fevereiro de 1927 num bairro negro de Laurel, Mississippi. Seu pai trabalhou numa fábrica de madeira e sua mãe era uma parteira que cantou no coro da igreja. Eles esperaram treze anos por uma criança e Leontyne se tornou o foco de intenso amor e orgulho.

Nos seus treze anos, Price entrou para o segundo coral da Igreja Metodista St. Paul enquanto cantava no coro negro da escola.

Sua primeira performance importante aconteceu em 1952 em uma produção estudantil de Falstaff, de Verdi. Depois dessa apresentação, Virgil Thomson a contradou para sua ópera totalmente negra Four Saints in Three Acts.

Depois de duas semanas na Broadway, Saints foi para Paris. Em Paris, ela foi chamada para fazer a personagem Bess de Porgy and Bess, uma obra de George Gershwin e retornou para os Estados Unidos para uma turné.

  • Siummertime de Porgy and Bess


Enquanto fazia sua turn]e europeia, Price casou-se com o interprete de Porgy, o notável baixo-barítono William Warfield . Este casamento durou até 1967, quando eles se separaram. E divorciaram-se no ano de 1973, não tendo nenhum filho.

Como Bess, ela mostrou que tinha talento e instinto para fazer carreira e o Metropolitan Opera House confirmou isso, convidando-a para cantar Summertime no Met Jamboree, em 6 de Abril de 1953 na Broadway.

Price foi a primeira afro-estadunidense a cantar no Met.

Em 1955 ela cantou o papel-título, Tosca, de Puccini para a NBC-TV Opera, com o diretor musical Peter Herman Adler e tornou-se a primeira negra a aparecer em uma ópera televisionada.

Sua estreia em São Francisco em 20 de Setembro de 1957, como Madame Lidoine, na estréia estadunidense de Dialogues des Carmélites, de Francis Poulenc. Poucas semanas depois, quando a soprano italiana Antonietta Stella sofreu de apendecite, Price foi chamada para cantar Aida (papel que a imortalizou)

  • O patria mia da Aida

domingo, 24 de abril de 2011

Joan Sutherland-3ºparte

Em 1959, Joan Sutherland é convidada para cantar, no Covent Garden, a ópera Lucia di Lammermoor, de Donizetti - que não era apresentada naquele teatro há décadas - numa produção regida por Tullio Serafin e encenada por Franco Zeffirelli.

Essa produção, tornou-se um clássico, inspirando diversas encenações posteriores, e conduziu Joan Sutherland para a consagração internacional, cuja interpretação de uma agilidade possante e destemida e um senso trágico e elegíaco apurado fez manchetes em diversos jornais e, de imediato, tornou-a uma das divas mais promissoras de sua geração.

  • Ei-la num interpretação dessa ópera em 1988 em Barcelona cantando a cena da loucura


A diva greco-americana Maria Callas, que assistiu aos ensaios da soprano para Lucia e por quem Sutherland sempre declarou grande admiração, também elogiou os dotes da australiana e se diz que teria afirmado que os britânicos não mais precisavam dela em Lucia, pois já tinham a sua própria.

Em 1960, grava o legendário álbum The Art of the Prima Donna para o selo DECCA, que a partir de então se torna sua gravadora exclusiva. No ano seguinte, o álbum ganha o Grammy Award, sendo ainda hoje um dos mais recomendados pelos críticos.

No mesmo ano, Sutherland faz seu debute estadunidense como Alcina na Dallas Opera.

  • Dessa ópera de Handel Tornami a vagheggiar



Prosseguem os êxitos, cantando Lucia em Paris e, em 1961, no La Scala de Milão e no Metropolitan Opera de Nova York. Em 1960, ela interpreta uma aclamadíssima Alcina no La Fenice, de Veneza, onde foi apelidada pela platéia de La Stupenda. Logo após, Sutherland tornou-se conhecida como La Stupenda em todo o mundo.


Com a fama no repertório belcantista, Sutherland incluiu suas maiores heroínas no seu repertório: Violetta (La Traviata),

  • Ei-la cantando com Luciano Pavarotti o dueto Parigi o cara da La Traviata

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Joan Sutherland-2ºparte

Entre 1954 e 1958, a jovem soprano aumenta seu repertório em um ritmo muito veloz, demonstrando uma enorme versatilidade, desde os papéis convencionados para soprano ligeira até os para soprano dramática


Nesses anos prepatórios, momentos importantes foram seu debute como Olympia (Les Contes d'Hoffmann), em 1955,

  • Elle a fui la tourterelle dessa ópera




que significou a aceitação da direção do Covent Garden em escalar Sutherland para papéis de coloratura, após muita insistência de Richard Bonynge, em 1957, o debute dela em Alcina, que lhe trouxe grande sucesso e marca seu longo trabalho de redescoberta das óperas há muito esquecidas do barroco e do bel canto, sua interpretação de Madame Lidoine na estreia inglesa da consagrada ópera de Francis Poulenc Dialogues des Carmelites


quarta-feira, 13 de abril de 2011

Joan Sutherland-1ºparte

Joan Aiston Sutherland, nasceu em Sydney a 7 de Novembro de 1926 e faleceu em Genebra a 10 de Outubro de 2010 foi uma cantora de ópera australiana que se tornou uma das mais famosas sopranos do século XX.

É conhecida também como La Stupenda ou Koloraturwunder por seus fãs.

Sutherland ganhou renome internacional pela sua voz belíssima e cheia, dotada de uma rara combinação, no meio operístico, de enorme volume e extensão vocal com uma notável flexibilidade na realização de intrincados ornamentos vocais e de sobreagudos.

Dona de impecável domínio do legato, do trilo, do staccato e de amplos recursos de fraseado, ideais para o repertório de coloratura tanto lírica como dramática, deu uma decisiva contribuição à redescoberta de óperas que haviam sido escritas para grandes divas do bel canto e que haviam sido negligenciadas por anos até a década de 1950, quando se iniciou um movimento de resgate, liderado inicialmente por Maria Callas.

Órfã de pai quando tinha apenas seis anos, sua mãe era uma mezzo-soprano aposentada, com quem Joan Sutherland diz ter aprendido bastante em casa, quando costumavam cantar juntas e ouvir gravações. Segundo ela, "Eu não me lembro de quando não cantava".

Curiosamente, Sutherland não frequenta de início nenhum conservatório, aperfeiçoando-se com a mãe, tempo em que estudava como mezzo-soprano, e, mais tarde, com as lições de Aida Summers, a partir de quando se prepara como soprano dramático.

Enquanto trabalhava como secretária, Sutherland começou a estudar canto seriamente por volta dos 18 anos.

Desde 1946, com 20 anos, actua como corista no Oratório de Natal de Bach, seguindo-se concertos e atcuações em óperas e oratórios barrocos. Seu debute operístico é na Austrália como Dido, de Dido and Aeneas, de Purcell, em 1947.

Em 1951, canta na estreia mundial de Judith, de Eugene Goosens. No mesmo ano, ganha a mais importante competição de canto da Austrália e, com o dinheiro do prémio, viaja para Londres a fim de estudar na Opera School of the Royal College of Music.

Em 16 de julho de 1952, faz seu debute europeu como Giorgetta (Il Tabarro), de Puccini, no Parry Theatre, acolhendo boas críticas, o que lhe abre as portas da célebre Royal Opera House, Covent Garden, de Londres. Em 28 de outubro daquele ano, canta aí a Primeira Dama em A Flauta Mágica.
  • Cantando Ach ich fühl's daquela ópera


Devido à agilidade e, por outro lado, ao grande volume da voz, sua definição vocal se torna complexa - Bonynge acredita tratar-se ela de uma soprano dramático-coloratura, a Royal Opera House vê nela uma soprano dramática e, por fim, sua mãe insiste que ela é uma mezzo-soprano.

Em 1953, ela canta sua primeira protagonista no Covent Garden Amelia, de Un Ballo in Maschera.

Depois, interpreta ainda a Condessa de Almaviva das Bodas de Figaro

  • Deh vieni, non tardar dessa ópera

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Victória de los Angeles

Victoria de los Angeles nasceu a 1 de Novembro de 1923 e viria a falecer a 15 Janeiro 2005, é uma soprano catalã do mais alto nível, cuja carreira começou no início dos anos 1940 e atingiu seu auge a partir de meados de 1950 até meados da década de 1960.

O Times afirmava que ela deve ser contada "entre os melhores cantores da segunda metade do século 20". James Hinton Jr. para a revista Opera, em 1954 elogiou o seu "meltingly meia voz linda ".

Elizabeth Forbes, escrevendo no The Independent em 17 de Janeiro de 2005, também observou que "É impossível imaginar uma bela voz mais pura do que a da Victoria de los Angeles, no auge de sua carreira nos anos 1950 e início dos anos 1960".

A sua voz pode ser melhor descrito como o de uma soprano lírica flexível completa com bastante peso e volume para cantar papéis dramáticos.

Ela também cantou alguns papéis mais comummente associadas ao repertório mezzo-soprano. Na parte final da sua carreira ela fez menos aparições em espectáculos de ópera, optando por dar recitais, enfocando principalmente no repertório francês e espanhol

Nasceu em Barcelona numa família de músicos com quem cantava antes de entrar no conservatorio do Liceo da sua cidade, onde estudou piano canto.

Em 1947 ganhou o primeiro prémio do concurso internacional de canto de Genebra.

Depois de debutar, continuaram seus êxitos em diferentes lugares. Seu primeiro papel foi o da condessa de Almaviva nas bodas de Fígaro, em Madrid, no ano de 1945

  • Canatando Voi che sapete dessa ópera.



La Em 1950 estreou-se no Covent Garden de Londres com o papel de Mimi na ópera de PucciniBohème.

Más tarde representou no La Scala de Milão no papel principal da ópera de Strauss Ariadnaen Naxos.

Deu concertos no Carnegie Hall de Nova York e interpretando na Ópera Metropolitana o papel de Marguerite da ópera de Gounod Fausto.

Apareceu como Isabel no Tannhäuser de Wagner em Bayreuth entre 1961 e 1962.

  • Cantando Dich teure Halle da Tannhauser



Desde 1969 reduzio consideravelmente seus recitais em público, como disse em cima passando a dedicar-se mais a aparecer em recitais, ei-la num deles

  • Cantando "La violette" de Scarlatti

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Renata Tebaldi-2ºparte

O apogeu da carreira de Tebaldi deu-se nos anos 1950 e 60. Nesse período, não só ela ficou famosa pelo seu timbre único e pela sua maestria nos papéis verdianos e veristas, como ficou conhecida pela rivalidade existente entre ela e Callas.

Que começou em 1951, durante a temporada do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e continuou por longos anos, até terminar definitivamente em 1968, quando Callas e Tebaldi se abraçaram após uma performance da diva italiana na ópera Adriana Lecouvreur.

Durante seu período de estrelato, Tebaldi reinou em papéis como Leonora (La Forza del Destino), Cio-Cio-San (Madama Butterfly), Adriana Lecouvreur, Tosca, La Wally, Manon Lescaut e Maddalena (Andrea Chénier).

  • Cantando Pace pace mio Dio da Força do Destino




  • Cantando Un bel di vedremo de Madame Butterfly


Em janeiro de 1955, ela fez seu debute no Metropolitan Opera, de Nova York, como Desdêmona, e desde então se tornou uma das mais ouvidas e amadas sopranos do teatro.

Em 1963, Renata Tebaldi enfrentou um período de crise vocal, e parou durante um tempo para descansar e reeducar novamente sua voz. Voltando em 1964, Tebaldi apareceu com uma voz mais segura e de grande beleza, embora tenha adquirido um relativo peso, que antes não existia e os seus agudos tenham adquirido uma qualidade relativamente estridente.

No entanto, continuou a cantar, com maestria total, muitos de seus papéis anteriores. Devido às suas novas condições vocais, ela pôde adicionar ao seu repertório o dramático papel de La Gioconda, da ópera homónima de Amilcare Ponchielli, com o qual obteve o maior sucesso da temporada de abertura do novo prédio do Metropolitan Opera House.

  • Suiccidio da ópera La Gioconda de Amilcare Ponchielli



Nessa nova fase da carreira, Tebaldi praticamente abandonou a Europa e passou a apresentar-se basicamente na América do Norte.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Renata Tebaldi-1ªParte

Renata Tebaldi nasceu em Itália em Pesaro a 1 de Fevereiro de 1922 e viria a falecer em San Marino a 19 de Dezembro de 2004 e foi uma soprano lírico spinto, considerada uma das grandes da ópera italiana

Renata Tebaldi, com a tenra idade de três anos, sofreu de poliomielite, mas conseguiu curar-se completamente. Ela foi criada, durante a maior parte do tempo, em Langhirano, próximo a Parma, pela sua mãe.

Ainda muito cedo, interessou-se pelo canto, e precisou mentir sua idade, para entrar no Conservatório Arrigo Boito, que só permitia alunas acima dos dezoito anos.

Em 1940, Tebaldi voltou a Pesaro para estudar com a famosa soprano da Escola Verista Carmen Melis.

Em 1944, Tebaldi debutou em Rovigo como Elena, em Mefistofele, de Arrigo Boito.

  • L'altra notte in fondo al mare dessa ópera



Em 1945, ela debutou em dois dos seus maiores papéis: Mimì, de La Bohème, e Desdêmona, de Otello.

  • La Canzone del salice de Otello de Verdi



Após o fim da Segunda Guerra Mundial, o Teatro alla Scala foi reaberto, e ela foi convidada por Arturo Toscanini para cantar no concerto de abertura a preghiera (pregação) de Mosè in Egitto, de Gioacchino Rossini, e o Te Deum, de Giuseppe Verdi.


A reputação de Renata Tebaldi cresceu rapidamente, e logo ela se tornou a maior promessa do canto na Itália. Foi nessa ocasião que surgiu o famoso apelido La Voce d'Angelo (a voz de anjo), pelo qual Tebaldi se tornou conhecida até hoje.

Após esse debute no La Scala, Tebaldi passou a cantar Mimì, Desdêmona, Maddalena (de Andrea Chénier), Aida, Tosca e Violetta (de La Traviata).

  • Amami Alfredo desta úitima ópera cantando com Giuseppe Campora


(A má qualidade do som é compensada com a loucura que sente no público por esta magnífica interpretação qie levou ao encore)


Notas :

  • No 4 º aniversário da morte de Renata Tebaldi em 2008 publiquei neste mesmo blog a sua interpretação em Piango gemo sospiro e Vivaldi

quarta-feira, 16 de março de 2011

Elisabeth Schwarzkopf

Elisabeth Schwarzkopf, nasceu em Jarotschin, na Prússia a 9 de Dezembro de 1915 e faleceu em 3 de Agosto de 2006, foi uma cantora de ópera alemã, uma das principais sopranos de coloratura, do período pós-Segunda Guerra Mundial, alvo de grande admiração pelas suas interpretações de Mozart, Schubert, Strauss, e Wolf.

Desde cedo mostrou interesse pela música. A primeira participação numa ópera aconteceu em 1928, como Eurídice, numa encenação escolar do Orfeo ed Euridice de Gluck, em Magdeburg na Alemanha.

Em 1934, Schwarzkopf começou a estudar Música na Berlin Hochschule für Musik, por sugestão do barítono Karl Schmitt-Walter, trocou de professores e passou a trabalhar com a aclamada soprano Maria Ivogün e com o seu marido, o famoso pianista Michael Raucheisen.

Schwarzkopf teve a sua estreia profissional na Ópera Estatal de Berlim em 15 de Abril de 1938, como a Segunda Donzela no 2º Ato da ópera Parsifal de Richard Wagner. Cantou em Berlim durante quatro anos, durante os quais se tornou membro do Partido Nazi (uma decisão que levou ao boicote dos seus espectáculos nos EUA por vários anos). Contudo, ela foi sempre bem-vinda e aclamada noutros países.

Em 1942, juntou-se à Ópera Estatal de Viena, onde interpretou, entre outros, Konstanze em O Rapto do Serralho de Mozart, Mimì em La Bohème de Puccini e Violetta em La Traviata de Giuseppe Verdi.

Em 1947 e 1948, Schwarzkopf apareceu em turnés com a Ópera Estatal de Viena no Royal Opera House no Covent Garden dia 16 de Setembro de 1947 como Donna Elvira em Don Giovanni (Mozart) e no La Scala dia 28 de Dezembro de 1948 como Countess em Le Nozze di Figaro de Mozart.

Schwarzkopf fez sua estréia oficial no Royal Opera House dia 16 de Janeiro de 1948 como Pamina de Die Zauberflöte de Mozart, em uma performance cantada em Inglês; e no La Scala dia 29 de Junho de 1950 cantando a Missa Solemnis de Beethoven.

Schwarzkopf se associou no começo da década de 1950 com o La Scala, tendo a oportunidade de interpretar: Mélisande em Pelléas et Mélisande, Jole em Eracle de Handel, Marguerite de Faust de Gounod, Elsa em Lohengrin de Wagner, Fiordiligi em Così fan Tutte de Mozart e A Marechala em Der Rosenkavalier de Richard Strauss. No dia 11 de Setembro de 1951 ela apareceu como Anne Trulove na estréia mundial de The Rake's Progress de Igor Stravinsky.

Schwarzkopf fez sua estreia estadunidense em 1955 e 1964 respectivamente, na Ópera de São Francisco e no Metropolitan Opera como A Marechala, do Cavaleiro da rosa .

Em 1960, Schwarzkopf concentra-se quase exclusivamente em cinco papéis operáticos: Donna Elvira de Don Giovanni, Condessa Almaviva de As Bodas de Fígaro, Fiordiligi de Così fan tutte, Condessa Madeleine em Capriccio de Strauss, e Marschallin.

A sua última representação foi em 31 de dezembro de 1971, no teatro de La Monnaie, em Bruxelas. Nos anos seguintes, dedicou-se exclusivamente ás canções de lieder.

Depois de se aposentar, Schwarzkopf deu "master classes" em todo o mundo, nomeadamente na Juilliard School em New York City. Era conhecida por ser extremamente exigente. Depois de viver na Suíça durante muitos anos, fixou residência em Vorarlberg, Áustria.

Schwarzkopf morreu durante o sono, na noite de 2-3 de Agosto de 2006 em sua casa, na cidade de Schruns, em Vorarlberg, oeste da Áustria, aos 90 anos.

  • Batti, batti, o bel Masetto" da opera Don Giovanni


  • Im chambre separee da opereta Der Opernball


  • Vilja da opereta Viúva alegre


  • 2 canções de Richard Strauss

quinta-feira, 10 de março de 2011

Maria Caniglia

Maria Caniglia nasceu em Nápoles a 5 de Maio de 1905 e morreu em Roma a 16 de abril de 1979, foi uma das principais sopranos italianas das décadas de 1930 e de 1940.


Caniglia estudou no Conservatório de Música de Nápoles com Agostino Roche.

Sua estreia no teatro La Scala de Milão foi como Maria, em Lo straniero, de Ildebrando Pizzetti. Ela cantou com regularidade no La Scala até 1951 nos papéis principais de soprano na época, tais como Un ballo in maschera, La forza del destino, Aida, Andrea Chénier, Tosca, Adriana Lecouvreur, etc.

Na cena internacional, Maria Caniglia apresentou-se em lugares como a Ópera de Paris, Covent Garden e o Teatro Colón. Sua estreia no Metropolitan Opera of New York foi em 21 de Novembro de 1938, como Desdêmona em Otello.

Caniglia participou da "exumação" de ópera há muito esquecidas, tais como Poliuto, de Donizetti e Oberto, de Verdi. Ela também participou da criação de muitos trabalhos contemporâneos: Manuela em La notte di Zoraima, de Italo Montemezzi's (Milão, 1931), Rosanna em Cyrano di Bergerac, de Franco Alfano (Roma, 1936), e o papel principal em Lucrezia, de Respighi (Roma, 1937).

Caniglia casou-se em 1939 com o compositor italiano Pino Donati (1907-1975), que foi diretor musical da Arena de Verona, do Teatro Comunal de Bolonha e da Ópera Lírica de Chicago.

  • Qual vergogna da ópera Sibéria de Giordano


  • La Vergine degli Angeli da Força do destino de Verdi


  • Parigi o cara da La Traviata cantando com Beniamino Gigli


  • Ebben? Ne andrò lontana da ópera La Wally de Alfredo Catalani

quinta-feira, 3 de março de 2011

Toti Dal Monte

Antonietta Meneghel nasceu em Magliano Veneto, na província de Treviso a 27 de Junho de 1893 e viria a falecer em Pieve di Soligo. a 26 de Janeiro de 1975, com 81 anos, mais conhecida pelo nome artístico de Toti Dal Monte, foi uma famosa soprano de ópera italiana, uma favorita de Arturo Toscanini.

Estreou-se no La Scala de aos dezassete anos como "Biancofiore" em Francesca da Rimini de Riccardo Zandonai.

Foi um sucesso imediato, e a sua voz clara como um 'rouxinol' viria a ser muito apreciada no mundo inteiro.

Os seus papéis mais famosos incluíram "Amina" em La sonnambula de Bellini, "Lucia" em Lucia di Lammermoor de Donizetti e "Gilda" em Rigoletto de Verdi.

No entanto, o papel onde foi mais aclamada foi "Cio-cio-san" em Madama Butterfly de Puccini, como pode ser apreciado na gravação que fez com Beniamino Gigli no papel de "Pinkerton".

Ouça-mo-los cantando Viena la sera um dueto do 1º acto dessa ópera




Em 1924, após os triunfos de Milão e Paris, mas antes da sua estreia em Londres e Nova Iorque, foi contratada pela soprano australiana Nellie Melba para uma digressão pela Austrália.

A digressão foi um sucesso popular, não se registando nenhuma rivalidade entre a Melba, já nos seus anos finais de palco, e a jovem estrela Dal Monte.

Em 1928, na sua terceira visita à Austrália, Dal Monte casou com o tenor Enzo de Muro Lomanto em Sydney.

Toti Dal Monte retirou-se dos palcos de ópera em 1943, aos cinquenta anos.

Algumas interpretações

  • Flammen perdonami- Lodoletta de Mascagni


  • La ricchezza ed il grado-A Filha do Regimento de Donizetti



  • Ah non credea mirarti -Sonâmbula de Bellini


E numa aparição na TV depois de retirada



segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Amelita Galli-Curci

Amelita Galli-Curci nasceu em Milão a 18 de Novembro de 1882 e faleceu em Chicago, 26 de Novembro de 1963, foi uma soprano ligeiro de coloratura italiana, considerada uma das melhores do século XX.

Nasceu numa família de classe média alta em Milão, onde ela estudou piano na sua juventude.

Ela foi inspirada por sua avó a cantar. O compositor de óperas Pietro Mascagni também encorajou Galli-Curci na carreira de cantora.

Por sua própria escolha, em grande parte Galli-Curci aprendeu sozinha a cantar, de ouvir outros sopranos, lendo livros antigos e cantando métodos, e praticando exercícios de piano com sua voz.


A estreia de Galli-Curci foi com o papel de Gilda em "Rigoletto" de Verdi, em 1906, após o que alcançou rapidamente a fama.

Aqui canta dessa ópera Caro nome



Em 1908, casou-se com o Marquês Luigi Curci e adicionou o último nome dele ao seu.

Eles divorciaram-se em em 1921, Galli-Curci casou com Homer Samuels, seu acompanhante.

Excursionou extensamente pela Europa e América do Sul.

Em 1915 Galli-Curci cantou duas performances de "Lucia di Lammermoor" com Enrico Caruso em Buenos Aires.

Uma visita aos Estados Unidos em 1916 com a intenção de visita breve, mas a aclamação que recebeu por suas performances como Gilda em "Rigoletto", em Illinois e Chicago, foi entusiástica e ela aceitou uma oferta da Companhia da Ópera de Chicago.

Permaneceu com a companhia até 1924.

Também em 1916, Galli-Curci assinou um contrato de gravação com a Victor Talking Machine Company e gravou extensivamente para a companhia até 1930.


Em 1921 Galli-Curci juntou-se ao elenco do Metropolitan Opera em Nova York, permanecendo nesta instituição até sua retirada da ópera em 1930, por causa duma enfermidade na tiróide, para se concentrar preferencialmente em apresentações de concertos.

Os problemas na garganta tinham-na flagelado por muitos anos e submeteu-se a uma cirurgia em 1935.

No ano seguinte, fez seu mal sucedido retorno à ópera como Mimi em "La Bohème", em Chicago.

  • Algumas interpretações
  • Il puritani-Qui la voce sua soave



  • O pescador de pérolas-Comme autrefois



  • A sonâmbula-Ah non giunge


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Renne Fleming (3ªparte)

(continuação)

Alaide, de La Straniera (1993)

Ouçamo-la na cena final



e Salomé, de Massenet em 1995

Aqui canta dessa ópera Il est doux






e Armida, da ópera homônima de Rossini (1996).

Ei-la nessa ópera numa produção de 2010 cantando D'amor al dolce impero



(continua)

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Renne Fleming (2ºparte)

Em 1990, ela foi novamente premiada pela Richard Tucker Music Foundation, mas dessa vez com o prestigiado Richard Tucker Award.

No mesmo ano, fez seu debute na Seattle Opera com sua primeira Rusalka, que se tornaria um de seus cavalos-de-batalha nos palcos e na discografia.

Ei-la cantando a Song to the moon dessa ópera na gala Tucker de 1991





Cantou também no 50º aniversário do American Ballet Theater em sua produção de Les Noces, de Eliot Feld, e retornou à New York City Opera cantando a Condessa de Almaviva das Bodas de Figaro

dessa ópera eis Dove sono



e Micaëla (Carmen, de Bizet)

ei-la cantando Je dis qe rien ne m epouvante



Realiza uma série de performances com a Opera Orchestra of New York nos papéis de Imogene, de Il Pirata (1989),

cantando Col sorriso d innocenza




Amina, de La Sonnambula (1991),

cantando Come per me sereno



(Continua)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Rene Fleming (1ªParte)

Renée Fleming nasceu em Indiana na Pensilvania EUA no dia 14 de Fevereiro de 1959, tendo feito pois recentemente 52 anos é uma grande soprano americana.

Dona de uma flexível voz de soprano lírico dotada de um timbre aveludado, rico e de grande facilidade e amplidão no registro agudo, Fleming é capaz de cantar uma grande variedade de papéis de soprano coloratura, lírico e lírico-spinto,.

Na juventude, enquanto estudante de música na State University of New York, chegou a cantar jazz durante dois anos e meio em um pub fora do câmpus. Contudo, recusou oportunidades em bandas jazz para perseguir uma carreira na Ópera.

Renée Fleming canta na posse do presidente Barack Obama, em 18 de janeiro de 2008



Fleming começou a apresentar-se profissionalmente em pequenos concertos e com pequenas companhias de ópera ainda enquanto estudante de graduação na Juilliard School.

Em 1986, cantou seu primeiro papel de nota, Konstanze em Rapto do serralho, de Mozart, no Salzburg Landestheater.

O primeiro grande êxito de Fleming veio em 1988, quando ela venceu as audições do Metropolitan Opera aos 29 anos.

No mesmo ano, cantou a Condessa de Almaviva, da Bodas de Figaro de Mozart na sua estreia no Houston Grand Opera, repetindo o papel no ano seguinte, quando se estreou no Festival de Spoleto.

Ei-la nesse papel cantando Porgi amor do 2º acto dessa ópera, numa recita de 1998



Também em 1989, fez a sua estreia na New York City Opera, como Mimì (La Bohème)

em 2001 cantava assim Si, mi chiamano Mimi dessa ópera




, e na Royal Opera House, no Covent Garden de Londres, como Dirce na Medeia de Cherubini. eis um clip desse momento



(continua)


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Fiorenza Cossotto (3ªParte)

(continuação)

  • Recordando numa passagem da Lacrimosa,esse espantoso Requiem de Verdi, cantado pelos maiores de sempre a grande Fiorenza Cossotto(mezzo),Luciano Pavaroti (tenor),Nicolai Ghiaurov (o maior baixo de sempre) e Leotyne Price (soprano)



  • A Habbanera uma passagem da Carmen, numa gravação bem antiga (1966)


  • Um dos seus papéis de eleição no Il Trovatore, cantando Stride la vampa


Com esta mensagem termino, a minha homenagem a Fiorenza Cossotto a minha mezzo favorita, que tive o prazer de ouvir cantar algumas vezes so vivo em Lisboa, onde ela gostava de vir cantar.

Inesquecíveis um Requiem no Coliseu com 20 minutos de palmas ininterruptos e uma recita do IL Trovador de sonho e esta Ana Bolena de 1984 no teatro S.Carlos,com Mara Zampieri (Anna Bolena),em início de carreira, António Saraiva (Lord Rochefort), Raimundo Mettre (Lord Percy), Christine Batty (Smeton) e António Silva (Sir Harvey)


sábado, 5 de fevereiro de 2011

Fiorenza Cossotto(2ªParte)

(continuação)
  • Ei-la no papel de Santuzza cantando o Inneggiamo da Cavalleria Rusticana de Mascagni


  • No papel de Lady Macbeth cantando "Nel di della vittoria...Or tutti sorgete" da ópera Macbeth de Verdi.


  • Cantado a ária Di tanti palpiti da ópera Tancredi


  • Cantando O don fatale do papel da Princess Eboli da ópera de Verdi, Don Carlo.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Fiorenza Cossotto (1ºParte)

Nasceu em 22 de Abril de 1935 em Crescentino na Província de Vercelli em Itália.

Estudou na Academia de Música de Turim, formando-se como a melhor da sua classe. Após seus estudos com Mercedes Llopart , ela fez a sua estréia como Irmã Matilde na estreia mundial da ópera de Poulenc o Diálogo das Carmelitas em 1957 no teatro La Scala. em Milão.

A sua estréia internacional foi em 1958 no Festival de Wexford como Giovanna Seymour na ópera de Donizetti, Anna Bolena . A sua estreia no Covent Garden foi em 1959 como Neris na Medeia de Cherubini com Maria Callas no papel titular

Eis Cossotto cantando dessa ópera Solo un pianto



Uma fantástica performance em 1962 no La Favorita no La Scala trouxe-lhe grande fama que a conduzio à sua estreia americana no mesmo papel em 1964, na Ópera Lírica de Chicago e mais tarde, em 1968 cantando como Amneris na Aida na Metropolitan Opera.

Ei-la cantando no Met a cena do julgamento dessa ópera



Durante 20 anos deu 148 representações no Met, cantando vários papéis quer como Mezzo-soprano quer mesmo como soprano nalgumas óperas, infelizmente só em estúdio como foram os casos da Lady Macbeth de Verdi em 1976 e na Marquesa de Poggio em 1974 gravada com José Carreras e Jessye Norman

Eis alguns dos seus papéis
  • La Favorita-Donizzeti cantando com Alfredo Krauss o dueto do 1º acto Ah mio bene


(continua)

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Eva Marton (4ªparte)

(continuação)
  • Papéis wagnerianos

Em 1976, ela fez a sua estreia no Metropolitan Opera em Nova York no papel de Eva em Os Mestres Cantores de Nuremberg de Wagner

Aqui, como não encontrei nenhuma gravação de Marton desse pequeno papel, trago a Abertura numa produção de 1948 dirigida por Toscanini



No Festival de Bayreuth, ela cantou os papéis de Elisabeth e de Vênus em Tannhäuser em 1977-1978.


Em 1982, Marton desempenhou o papel de Elisabeth, dessa ópera no Metropolitan Opera. Desse desempenho, o The New York Times escreveu:

Aqui nesse papel numa produção para o Met de 1982 cantando com Bernd Weikl como Wolfram.





A entrada em cena de uma cantora wagneriana totalmente amadurecido é sempre uma boa notícia. A notícia de hoje é que Eva Marton chegou.

O seu papel de Elisabeth em Tannhäuser na noite de segunda-feira, mostrou que ela tem o temperamento e qualidades vocais para se tornar numa soprano dramático do outro Mundo

. Ela pode, na verdade, já estar lá.

Marton mais tarde tornou-se numa intérprete habitual no papel da Brünnhilde no Anel do Niblungos de Wagner

Assim aconteceu em 1966 numa produção de Zubin Mehta num ciclo na Ópera Lírica de Chicago.

Aqui numa produção de 1985 canta com René Kollo como Siegfried.



Em 1998, ela apareceu em uma nova produção da ópera Lohengrin em Hamburgo, no papel de Ortrud.

Ei-la cantando com Béla Perencz (Telramund) numa produção em 2004 em Budapeste


sábado, 22 de janeiro de 2011

Eva Morton (3ªparte)

(continuação)

Estreou no Lyric Opera de Chicago em 1979 como Maddalena na ópera de Umberto Giordano Andrea Chénier

Ouça-mo-la cantar a ária La mamma é morta dessa ópera num concerto em 1994



Em 1981, apresentou-se no Festival de Ópera de Munique, no papel título A egipcia Helena de Richard Strauss com Wolfgang Sawallisch na condução

Aqui canta Zweite Brautnacht dessa ópera





Em 1982 e 83 cantou o papel de Leonore na Fidélio de Beethoven , ambas as apresentações realizadas por Lorin Maazel .

Aqui canta Abscheuliche dessa ópera



(continua)

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Eva Marton (2ªParte)

(continuação)


Em 1973 ele fez sua estreia na Wiener Staatsoper em Tosca ,

Aqui canta Vissi d arte numa gravação em 1994




em 77 foi a vez da Ópera de Hamburgo com Die Frau ohne Schatten por Strauss e a San Francisco Opera com ' Aida .

Uma gravação dessa época da cena final com Plácido Domingo



Em 1978 , veio a tão esperada estreia no Scala de Milão com o Trovador, no papel de Leonora (para alguns a melhor de sempre)

Aqui numa gravação 10 anos mais tarde cantando com Pavarotti, Dolora Zajick em Azuzena



(continua)

Eva Marton (1ªParte)

Éva Marton é uma soprano hungara nascida em Budapeste a 18 de Junho de 1943.

Estudou canto na " Academia "de Franz Liszt" em Budapeste, fazendo sua estreia como profissional no festival de ópera de Verão de ' ilha Margareten como Kate Pinkerton em Madama Butterfly de Puccini.

Ouçamo-la mas numa ária que pertence ao papel da protagonista e não ao de Kate Pinkerton



Ao longo dos anos, a Marton cantou em teatros de província, até que em 1968 entrou para a Hungria como a Ópera Estatal de Semak Queen no Galo de Ouro de Rimsky-Korsakov , cantando regularmente no teatro até 1972 .

Em 1972 veio o ponto de viragem na carreira do jovem soprano foi escolhido por Christoph von Dohnanyi a cantar ópera em Frankfurt , a Condessa das Bodas de Figado , cantado no Maggio Musicale Fiorentino - sob a direcção de Riccardo Muti,Mathilde, em Guilherme Tell de Rossini e voltou a Budapeste Odabella para cantar em ' Attila de Verdi .

Aqui canta a aria Santo di Pátria dessa ópera gravada nessa ocasião



(continua)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Renato Bruson

* Em 1936 Nasceu perto de Padua o barítono italiano Renato Bruson, que se estreou em 1961 cantando o papel de Di Luna no Trovatore

A paixão pela música amadureceu no coro da paróquia, quando ele era criança. Ele iniciou seus estudos musicais no conservatório de Pádua, sendo premiado com uma bolsa que lhe permitiu tirar seus cursos ultrapassando os problemas económicos.

No ano seguinte à estreia ele foi Riccardo na I Puritani no Teatro dell'Opera di Roma , em Roma . Sua primeira aparição no Metropolitan Opera foi como Enrico em Lucia di Lammermoor em 1969 .

Em 1970 iniciou sua colaboração com o maestro Riccardo Muti em Un Ballo in Maschera , em Florença fazendo sua estréia no La Scala em 1972 como em Antonio na Linda di Chamonix e no Festival Internacional de Edimburgo em 1972, como Ézio em Átila , no Covent Garden em 1975 no papel de Renato na Un Ballo in Maschera, substituindo com grande sucesso Piero Cappuccilli .

. Na década de 80 voltou-se para o século 18 com Mozart em Don Giovanni e no verismo com Umberto Giordano cantando Andrea Chénier .

Ele é considerado por alguns críticos a melhor Rigoletto desde Tito Gobb, dessa opera ouçamo-lo cantar a area Cortigiani, vil razza dannata


terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Francesca de Rimmi-Cena final

No ano de 1906 Rachmaninoff estreia em Moscovo suas 2 óperas de um acto The Miserly Knight e Francesca da Rimini .

Desta última a cena final com Sergei Leiferkus, Baritono; Natalia Kalita, Soprano; Konstantin Andreev, Tenor e Mikhail Pletnev, Conduzindo . Russian National orquestra e o Chamber Choir of the Moscow Conservatory, tendo como Boris Tevlin.



segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Lucrecia Borgia-1º acto(Final)

Gennaro e seus companheiros ao sair de casa para uma festa e passando pelo palácio do duque deparam com as grandes letras dourados de "Borgia" na portão do palácio.

Ansiosa para mostrar o seu desprezo pela família Borgia, Gennaro remove as iniciais 'B', deixando o obsceno "Orgia"

No palácio, Lucrezia na câmara do Duque , ela exige a morte para o autor, não sabendo que é Gennaro.

O duque Gennaro ordena para ser trazido à sua frente e acusa-o de manchar o nobre nome de Borgia, um crime que ele prontamente confessa , horrorizado, tenta desculpar o insulto como uma brincadeira juvenil, mas D. Afonso acusa Lucrécia de infidelidade, tendo em conta a a sua reunião com Gennaro, em Veneza.

Numa cena cheia de drama e tensão, ela nega qualquer conduta imprópria, mas ele exige a morte do prisioneiro e força-a escolher o modo de execução de Gennaro. Fingindo perdoá-lo, o duque Gennaro oferece um copo de vinho e ele engole.

Depois de um trio impressionante (Guai se ti moto sfugge un, Se ti tradisce detto un!) As folhas de Duke e se apressa para Lucrezia Gennaro, dando-lhe um antídoto para o veneno do Duque tem misturado com o vinho.

Ele bebe, e em um dueto passado, ela lhe implora para fugir da cidade e seu marido. (Bevi e fuggi ... te'n prego, o Gennaro!) (Bevi e fuggi ... te'n prego, Gennaro o!)





Ou esta magnigica interpretação de
Giuseppe Filianoti - Gennaro
Mariella Devia - Lucrezia Borgia
Alex Esposito - Duca Alfonso

cantado o trio do 1ºActo