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domingo, 24 de abril de 2011

Joan Sutherland-3ºparte

Em 1959, Joan Sutherland é convidada para cantar, no Covent Garden, a ópera Lucia di Lammermoor, de Donizetti - que não era apresentada naquele teatro há décadas - numa produção regida por Tullio Serafin e encenada por Franco Zeffirelli.

Essa produção, tornou-se um clássico, inspirando diversas encenações posteriores, e conduziu Joan Sutherland para a consagração internacional, cuja interpretação de uma agilidade possante e destemida e um senso trágico e elegíaco apurado fez manchetes em diversos jornais e, de imediato, tornou-a uma das divas mais promissoras de sua geração.

  • Ei-la num interpretação dessa ópera em 1988 em Barcelona cantando a cena da loucura


A diva greco-americana Maria Callas, que assistiu aos ensaios da soprano para Lucia e por quem Sutherland sempre declarou grande admiração, também elogiou os dotes da australiana e se diz que teria afirmado que os britânicos não mais precisavam dela em Lucia, pois já tinham a sua própria.

Em 1960, grava o legendário álbum The Art of the Prima Donna para o selo DECCA, que a partir de então se torna sua gravadora exclusiva. No ano seguinte, o álbum ganha o Grammy Award, sendo ainda hoje um dos mais recomendados pelos críticos.

No mesmo ano, Sutherland faz seu debute estadunidense como Alcina na Dallas Opera.

  • Dessa ópera de Handel Tornami a vagheggiar



Prosseguem os êxitos, cantando Lucia em Paris e, em 1961, no La Scala de Milão e no Metropolitan Opera de Nova York. Em 1960, ela interpreta uma aclamadíssima Alcina no La Fenice, de Veneza, onde foi apelidada pela platéia de La Stupenda. Logo após, Sutherland tornou-se conhecida como La Stupenda em todo o mundo.


Com a fama no repertório belcantista, Sutherland incluiu suas maiores heroínas no seu repertório: Violetta (La Traviata),

  • Ei-la cantando com Luciano Pavarotti o dueto Parigi o cara da La Traviata

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