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quinta-feira, 10 de março de 2011

Maria Caniglia

Maria Caniglia nasceu em Nápoles a 5 de Maio de 1905 e morreu em Roma a 16 de abril de 1979, foi uma das principais sopranos italianas das décadas de 1930 e de 1940.


Caniglia estudou no Conservatório de Música de Nápoles com Agostino Roche.

Sua estreia no teatro La Scala de Milão foi como Maria, em Lo straniero, de Ildebrando Pizzetti. Ela cantou com regularidade no La Scala até 1951 nos papéis principais de soprano na época, tais como Un ballo in maschera, La forza del destino, Aida, Andrea Chénier, Tosca, Adriana Lecouvreur, etc.

Na cena internacional, Maria Caniglia apresentou-se em lugares como a Ópera de Paris, Covent Garden e o Teatro Colón. Sua estreia no Metropolitan Opera of New York foi em 21 de Novembro de 1938, como Desdêmona em Otello.

Caniglia participou da "exumação" de ópera há muito esquecidas, tais como Poliuto, de Donizetti e Oberto, de Verdi. Ela também participou da criação de muitos trabalhos contemporâneos: Manuela em La notte di Zoraima, de Italo Montemezzi's (Milão, 1931), Rosanna em Cyrano di Bergerac, de Franco Alfano (Roma, 1936), e o papel principal em Lucrezia, de Respighi (Roma, 1937).

Caniglia casou-se em 1939 com o compositor italiano Pino Donati (1907-1975), que foi diretor musical da Arena de Verona, do Teatro Comunal de Bolonha e da Ópera Lírica de Chicago.

  • Qual vergogna da ópera Sibéria de Giordano


  • La Vergine degli Angeli da Força do destino de Verdi


  • Parigi o cara da La Traviata cantando com Beniamino Gigli


  • Ebben? Ne andrò lontana da ópera La Wally de Alfredo Catalani

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