Vesti la giubba" é uma das árias mais icônicas da ópera Pagliacci (1892), composta por Ruggero Leoncavallo. Ela é cantada pelo personagem Canio, um palhaço que, apesar da dor profunda de descobrir a traição de sua esposa Nedda, precisa subir ao palco e divertir o público.
Nesta ária, Canio canta sobre a amarga ironia de ter que esconder suas lágrimas atrás de um sorriso pintado. Ele veste o figurino de palhaço ("Vesti la giubba", ou seja, "Vista o figurino") e força-se a representar a comédia enquanto seu coração está despedaçado. A ária é um retrato perfeito do drama humano universal, onde a obrigação de manter aparências colide com o sofrimento interno.
🎵 Momentos Marcantes
- "Ridi, Pagliaccio, sul tuo amore infranto!"
("Ri, Palhaço, sobre teu amor desfeito!")
Esse verso é o ápice emocional da peça, carregado de desespero e ironia trágica.
Ária da ópera de Leoncavallo, cantada no fim do primeiro acto, quando Canio o Palhaço, só em cena, após ter sido informado por Tonio,( que também desejava Nedda a mulher de Canio, mas que havia sido por ela repudiado), que ela tinha Silvio como amante.
Sózinho Canio chora a sua dor mas ao mesmo tempo como palhaço que era começa por dizer, que deve enfarinhar a cara e o espectáculo tem que seguir, mesmo sangrando por dentro.
Sózinho Canio chora a sua dor mas ao mesmo tempo como palhaço que era começa por dizer, que deve enfarinhar a cara e o espectáculo tem que seguir, mesmo sangrando por dentro.
Plácido Domingo, sempre bem neste papel.
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