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sexta-feira, 20 de julho de 2007

E lucevan le stelle-Tosca

É assim com as óperas de Puccini, árias eternas são o seu destino.

Na Tosca ópera estreada em 14 de Janeiro de 1900 no Teatro Costanzi em Roma, com libreto de Giacosa e Luigi Illica.
Mário Cavaradossi um pintor, prepara-se para morrer, por sentença do tenebroso Scarpia e despede-se da sua amada Floria Tosca cantado esta ária, que não sendo uma ária de grande dificuldade, tem um grande efeito dramático, porque nela o tenor de despede da vida.

Brilhavam as estrela e cheirava
a terra, rangia o portão do jardim
passos soavam na areia
Entrava ele perfumada
e caía nos meus braços
Oh doces beijos, lânguidas carícias
enquanto eu tremendo
libertava dos véus as suas
belas formas.
Esfumou-se para sempre
o belo sonho de amor.
Fugiu essa hora
e morro desesperado
E nunca amei tanto na vida

Pavarotti canta-a está tudo dito.

3 comentários:

CNS disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
CNS disse...

Arrepiante esta aria. Poderia ouvi-la vezes sem conta e no entanto ficaria sempre emocionada. Principalmente com este Mario na voz de Luciano.

Luis Maia disse...

Peço desculpa só agora responder, mas não tinha activada a condição de receber no meu mail as mensagens enviadas para este blogue.
Pavarotti, tens uma voz linda e única.
Plácido Domingos um vozeirão que se percebe mais potente de maior extensão e simultaneamente na capacidade de atacar notas mais baixas. Agora canta e bem papéis de barítono no Simão Bocannegra uma ópera que ele gosta muito.
Mas o Luciano é um encanto.
Alfredo Kraus um catalão que já morreu foi a voz talvez mais próxima de Luciano em termo de beleza.