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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Anita Rachvelishvili

.. Anita Rachvelishvili nasceu em 1984, em Tbilisi (Geórgia). Estudou no Conservatório Estatal de Tbilisi e rapidamente chamou a atenção por uma combinação rara:

voz enorme + musicalidade refinada + presença cénica magnética.

O grande salto veio muito cedo.

🌋 A estreia que fez história

Em 2009, com apenas 25 anos, foi escolhida por Daniel Barenboim para cantar Carmen na abertura da temporada da La Scala de Milão — ao lado de Jonas Kaufmann.

Foi um terramoto operático.
Da noite para o dia, Rachvelishvili passou de promessa a estrela internacional.

🎶 A voz

Ela é o arquétipo da mezzo-soprano dramática moderna:

  • timbre escuro, denso, quase vulcânico

  • graves poderosíssimos e naturais

  • centro largo, carnudo

  • agudos firmes, metálicos, sem perder corpo

  • Mas o mais impressionante é que, apesar da potência, ela canta com controlo e intenção, não apenas com volume.

    🎭 Papéis emblemáticos

    Alguns papéis parecem ter sido escritos para ela:

    • Carmen (Bizet) — sensual sem cliché, livre, perigosa

    • Amneris (Aida, Verdi) — talvez o seu maior triunfo dramático

    • Eboli (Don Carlo, Verdi)

    • Azucena (Il trovatore, Verdi)

    • Dalila (Samson et Dalila)

    No repertório verdiano, muitos críticos a consideram a grande mezzo-Verdi da sua geração.

    • graves poderosíssimos e naturais

    • centro largo, carnudo

    • agudos firmes, metálicos, sem perder corpo

    Mas o mais impressionante é que, apesar da potência, ela canta com controlo e intenção, não apenas com volume.

    🎭 Papéis emblemáticos

    Alguns papéis parecem ter sido escritos para ela:

    • Carmen (Bizet) — sensual sem cliché, livre, perigosa

    • Amneris (Aida, Verdi) — talvez o seu maior triunfo dramático

    • Eboli (Don Carlo, Verdi)

    • Azucena (Il trovatore, Verdi)

    • Dalila (Samson et Dalila)

    No repertório verdiano, muitos críticos a consideram a grande mezzo-Verdi da sua geração.

    • graves poderosíssimos e naturais

    • centro largo, carnudo

    • agudos firmes, metálicos, sem perder corpo

    Mas o mais impressionante é que, apesar da potência, ela canta com controlo e intenção, não apenas com volume.

    🎭 Papéis emblemáticos

    Alguns papéis parecem ter sido escritos para ela:

    • Carmen (Bizet) — sensual sem cliché, livre, perigosa

    • Amneris (Aida, Verdi) — talvez o seu maior triunfo dramático

    • Eboli (Don Carlo, Verdi)

    • Azucena (Il trovatore, Verdi)

    • Dalila (Samson et Dalila)

    No repertório verdiano, muitos críticos a consideram a grande mezzo-Verdi da sua geração.

    Carreira internacional

    Ela canta regularmente nos maiores palcos do mundo:

    • Metropolitan Opera (Nova Iorque)

    • La Scala

    • Royal Opera House (Londres)

    • Opéra de Paris

    • Wiener Staatsoper

    E com os maestros mais exigentes — sempre mantendo uma identidade forte, nunca genérica.

    🖤 A intérprete

    Rachvelishvili não suaviza personagens.

    As suas mulheres são:

    • intensas

    • passionais

    • feridas

    • perigosamente humanas

    Há nela uma verdade emocional quase crua. Quando canta ciúme, raiva ou desejo, acreditamos.

    ⚖️ Comparação natural

    Se pensarmos em linhagem:

    • Borodina → nobreza, melancolia, fatalismo

    • Rachvelishvili → fogo, carne, confronto

    São duas grandes mezzos dramáticas, mas de temperamentos opostos.

    Aqui canta Stride la vampa  da ópera  Il Trovatore

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