- A cena abre mostrando o interior da casa de Norma.
- Sobre o leito dormem duas crianças. Norma surge brandindo um punhal e contemplando os filhos, debate-se entre o amor e o ódio.
- Está decidida a matar os filhos, antes de os saber escravos de Roma. Esta ideia aterroriza-a e tenta recuperar a coragem pensando que com estas mortes conseguirá ferir profundamente Pollione.
- Teneri, teneri, figli (Meus queridos filhos)
- “Meus queridos filhos que noutro tempo foram a minha alegria e em cujo o sorriso pensava ver o perdão do céu E tenho de matá-los ? De que são culpados ? São filhos de Pollione Esse é o seu delito Para mim é como se já estivessem mortos Morram pois, para ele E que nenhuma outra dor Possa igualar a sua Morram já “
- Contudo ao levantar o punhal contra os filhos o seu amor de mãe detém-na. “Ah não são os meus filhos ! Os meus filhos !
- Soberba a interpretação de Caballé neste video., mas a comovedora introdução da orquestra (in dolore ) é tipica de Bellini.
sábado, 17 de junho de 2023
Norma-Dormono entrambi
II ACTO
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