O Conselho acaba por determinar a condenação de Jocopo ao exílio. Nos seus aposentos o Doge lamenta o destino do filho, está triste, mas não tem controle sobre o facto do seu filho ter sido condenado ao exílio. Ele canta o seu lamento e não tem força para segurar as lágrimas.
Eccomi solo alfine . . .Solo! . . . e il sono io forse?Dove de'Dieci non penetra l'occhio?Ogni mio detto o gesto,il pensiero perfino m'è osservato . . .Prence e padre qui sono sventurato!
seguido da romanza
O vecchio cor, che batticome ai prim'anni in seno,fossi tu freddo almenocome l'avel t'avrà;ma cor di padre sei,vedi languire un figlio;piangi pur tu, se il cigliopiù lagrime non ha.
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